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Página arquivada em: Egipto, Luxor, Museus & Arte no Egipto Enquanto estive na cidade de Luxor aproveitei para ver alguns dos monumentos históricos do Antigo Egipto. É engraçado como todos estes monumentos estavam já na minha memória devido a tantos anos de História da Arte na escola e na Universidade. Foi bom ver ao perto e de ter realmente a percepção de como as coisas são na realidade. Pena ter sido ao contrário, pois acho que as aulas de história de arte deviam começar com viagens de estudo e só depois marrar nos livros.
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Pois então Hatshepsut foi uma Faraó da XVII Dinastia que era maior parte das vezes representada como um homem. Viveu no começo do século XV a.C, pertencendo à XVIII Dinastia do Império Novo e era a filha mais velha do rei Tutmés I ou também conhecido por Tutmósis I e da rainha Ahmose. O seu reinado, de cerca de vinte e dois anos foi um reinado de paz para o Egipto. Ora porque era ela então representada como um homem? Bem, ela casou com seu meio-irmão Tutmés II que morreu mais tarde sendo ela o membro da família mais em idade de reinar o país na qualidade de grande esposa real do rei Tutmés II. Como devem imaginar, num mundo de homens, assumir liderança poderia ser um problema que era então resolvido pela representação masculina dela mesmo, para se assumir e se mostrar mais forte.
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Nas paredes do templo funerário de Hatchepsut, em Deir el-Bahari ( o nome do templo em Luxor ), está representado o episódio que relata a concepção e o nascimento da rainha-faraó. Parece que este facto foi um pouco contra o pensamento dos sacerdotes que não a viam como filha de Amon, mas, como o seu reinado foi um reinado de paz, parece que o Deus Sol concordou com tudo já que seriam esperadas pragas e más colheitas. Tudo correu bem.
“Tendo em conta que o nome de Hatchepsut foi suprimido das principais listas de reis do Antigo Egipto, desconheceu-se durante muito tempo a existência de Hatchepsut. Em meados do século XIX, quando a Egiptologia se estruturou como campo do saber, iniciou-se a redescoberta da rainha-faraó. Em 1922-1923 o egiptólogo Herbert Winlock, que realizava escavações em Deir el-Bahari na área pertencente ao rei Mentuhotep II, encontraria uma série de estátuas de Hatchepsut. Uma parte destas estátuas estão hoje no Museu Egípcio do Cairo e no Metropolitan Museum of Art.” In WIKIPEDIA: Hatshepsut.
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Templo de Milhões de Anos
Ao oitavo ano do reinado de Hatchepsut, a grande obra do templo de Milhões de Anos é iniciada na margem ocidental de Tebas. O lugar escolhido: - a encosta de uma falésia, onde hoje encontramos os Vale dos Reis e das Rainhas. O templo foi criado para prestar homenagem ao seu Ka, associado ao seu pai Tutmósis I, sendo residência também de Amon e Hathor.
Fotografias Templo de Hatshepsut
Tenho aqui no site uma galeria de fotografias com 66 imagens do templo.
Para ver clique em: Fotos Hatshepsut
Gostei imenso de ter visitado este templo. Tive uma conversa longa com um policia chefe. Este explicou-me como funciona uma metralhadora, quantas balas tem, quantos sistemas de disparo tem, distância de bala, quantas balas por minutos, e, até me deixou carregar no gatilho para fazer saltar o carregador e… mostrou-me onde fica um outro gatilho que solta rapidamente o tambor de balas. :S

O resultado da conversa então é o seguinte:
Explicou-me ainda que as outras espingardas dos outros guardas chegam a mais ou menos 800metros de distância… wow. Esta zona de Luxor é um potencial local de turismo no Egipto, e, todas as medidas de segurança são necessárias para que nenhum gajo venha explorir e matar turistas. Em 1997 aqui mesmo em Luxor 58 turistas foram mortos à metralhada por um grupo de homens pertencentes a um grupo islâmico mais extremista…

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