
Página principal
Acerca do Site
Acerca do Autor
Países Visitados
Teste a sua Geografia!
Mapa Mundi
Notícias do Mundo
Você sabia que?
Quem está a ver o site agora?!
Página arquivada em: Notícias 09.03.2008 - 18h23 PÚBLICO, Agências | In PUBLICO | Foto Faisal Mahmood/Reuters
“Os líderes dos dois partidos mais votados nas legislativas paquistanesas assinaram hoje um acordo para a formação de um Governo de coligação e pediram ao Presidente para convocar de imediato o novo Parlamento.
Asif Ali Zardari, viúvo de Benazir Bhutto, e o antigo primeiro-ministro Nawaz Sharif firmaram o acordo durante uma concorrida conferência de imprensa em Islamabad, depois de concluídas demoradas negociações entre os dois maiores partidos da oposição a Pervez Musharraf.
Zardari dirige na prática o Partido Popular do Paquistão (PPP), o mais votado nas legislativas de 18 de Fevereiro, seguido de perto pela Liga Muçulmana do Paquistão, de Sharif. As duas formações impuseram uma pesada derrota ao partido que apoiava Musharraf, no poder desde o golpe de Estado que em 1998 derrubou o Governo liderado por Sharif.
A coligação pós-eleitoral entre as duas formações promete ser um revés ainda maior para o Presidente, que terá agora de conviver com um Parlamento maioritariamente hostil.
“Estamos convictos que os parceiros da coligação estão prontos a governar e as assembleias nacional e as assembleias provinciais devem ser convocadas de imediato”, adianta a declaração comum lida por Sharif. A convocação, acrescenta a nota, deve ocorrer “numa semana ou numa semana e meia, no máximo”.
Fontes próximas das negociações, citadas pela BBC online, adiantam que Sharif condicionou a sua participação no governo de coligação à recondução dos juízes do Supremo Tribunal paquistanês, demitidos no ano passado por Musharraf quando se preparavam para analisar a validade da reeleição presidencial, pelo Parlamento cessante.
O PPP acabaria por ceder, comprometendo-se a fazer aprovar, no prazo de um mês, uma resolução reconduzindo todos os magistrados, o que poderá abrir caminho a uma reavaliação do caso. Em contrapartida, Sharif aceitou que o seu partido integre o executivo (não se limitando a apoiá-lo no Parlamento), apesar de não reconhecer a legitimidade de Musharraf.“
Comente esta página ou entre em contacto comigo atraves desta caixa de comentários. Por favor comente numa página relevante com o assunto que está a escrever. Não me faça perguntas sobre Marrocos numa página sobre os Estados Unidos, ou na página do "Sobre o Autor". Tentarei responder ao seu comentário o mais breve possível. Obrigado.
Gostou deste site? Quer contribuir? Quer agradecer-me? Compre o meu livro! Livro Receitas Vegetarianas
© 2008 Copyright João Leitão