
Onde estou agora? Dunas de Erg Chebbi, Marrocos
Página principal
Acerca do Site
Acerca do Autor
Países Visitados
Teste a sua Geografia!
Mapa Mundi
Notícias do Mundo
Você sabia que?
Quem está a ver o site agora?!
Página arquivada em: Notícias 14.03.2008 - 14h32 Agências | In PUBLICO | In eNoticias | Foto Reuters (arquivo)
“Várias pessoas morreram e dezenas ficaram feridas nos confrontos registados hoje no centro da capital tibetana, durante manifestações contra a administração chinesa. O Dalai Lama, líder espiritual do Tibete, diz estar muito preocupado com a violência em Lhasa e apela à China para se abster do recurso à força.
“Sim, há vários mortos”, declarou um funcionário do centro de emergência médica de Lhasa, em declarações telefónicas à AFP. “Estamos muito ocupados com os feridos, pois temos aqui muitos”, acrescentou o mesmo funcionário que pediu para não ser identificado.
A rádio Ásia Livre (RFA), citando testemunhas em Lhasa, confirma pelo menos dois mortos durante os confrontos no centro histórico da cidade, onde começaram os primeiros incidentes, adiantando que a polícia abriu fogo sobre a multidão.
Os manifestantes “saquearam lojas chinesas e a polícia disparou balas reais contra a multidão. Ninguém neste momento tem direito de se dirigir para a cidade”, adiantou uma fonte tibetana àquela rádio, sediada nos EUA.
De acordo com a mesma fonte, os participantes nas manifestações, inicialmente pacíficas, incendiaram carros, saquearam lojas, e atacaram vários edifícios associados à presença chinesa no Tibete.
Esta manhã, numa declaração pública em Dharamsala, cidade indiana onde está há vários anos refugiado, o Dalai Lama manifestou-se “profundamente preocupado com a situação no Tibete”, depois de “manifestações pacíficas dos últimos dias em várias cidades” da região, sob administração chinesa.
Os protestos de hoje “são a manifestação de um profundo ressentimento do povo tibetano em relação ao actual regime”, acrescentou o líder espiritual budista, Prémio Nobel da Paz em1989 pela sua dedicação não-violenta pela causa tibetana.
O líder espiritual tibetano – acusado por Pequim de ser um dirigente separatista, apesar de este garantir que abdicou das exigências iniciais de independência – pediu aos responsáveis chineses “para renunciarem ao uso da força” para reprimir as manifestações e a “porem fim ao ressentimento persistente através do diálogo com o povo tibetano”.
O mesmo apelo foi feito pelos líderes da União Europeia, reunidos hoje em Bruxelas. Num texto proposto pela presidência eslovaca da UE e aprovado por unanimidade, os 27 “apelam à contenção” das forças chinesas e pede “a libertação de todas as pessoas detidas durante as manifestações”.“
Comente esta página ou entre em contacto comigo atraves desta caixa de comentários. Por favor comente numa página relevante com o assunto que está a escrever. Não me faça perguntas sobre Marrocos numa página sobre os Estados Unidos, ou na página do "Sobre o Autor". Tentarei responder ao seu comentário o mais breve possível. Obrigado.
Gostou deste site? Quer contribuir? Quer agradecer-me? Compre o meu livro! Livro Receitas Vegetarianas
© 2008 Copyright João Leitão