O porquê da confusão entre Palestina e Israel, Mapa da Palestina e Israel Diário de Viagens

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O porquê da confusão entre Palestina e Israel, Mapa da Palestina e Israel

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Muitos de nós somos rápidos a criticar e a julgar palestinianos acerca da violência em que se encontra a região. Nós, os ditos “ocidentais” quer queiramos quer não sempre tivemos a mania de meter o bedelho onde não éramos chamados, vejamos o caso africano hoje, que ao longo de séculos foi destruído e separado em fronteiras nunca existentes (só na cabeça dos franceses e ingleses pois nós portugueses nem nos perguntaram nada). O caso palestiniano foi um desses casos.

Convido desde já a lerem os comentários que se encontram-se no fim desta página.

Em 1946 começaram a despejar-se judeus vindos da Alemanha e a conceder-lhe terras que lhes pertenciam antes, há 2000 mil anos. O que se passa é que o Rei David unificou uma série povos ao redor da Judeia. Os palestinianos sempre existiram lá também. O que aconteceu foi que com o passar da história esse tal aumento da Judeia passou ela mesma “à história”. Esta terra foi e é historicamente tanto dos judeus, de cristãos e de muçulmanos.

Gaza: O que Israel Não Queria que Víssemos – PARTE 1

2 Guerra Mundial e a Palestina

Durante os terríveis acontecimentos na 2 Guerra Mundial, muitos dos judeus tiveram que sair, e muito bem pois senão teriam sido mortos pelo Hitler, e, as Nações Unidas concedeu as antigas terras históricas aos judeus, criando colonatos, aldeias fechadas, e, pouco a pouco começou-se a mandar embora palestinianos. Por exemplo, quase 500mil palestinianos estão neste momento como refugiados na Jordânia, pois tiveram que sair do seu próprio país. Bem…

O porquê da confusão entre Palestina e Israel, Mapa da Palestina e Israel

Vejam na foto em cima, o muro construído por Israel para impedir palestinianos muçulmanos e cristãos, sim pois se julga que só os muçulmanos estão na história está muito enganado, isto afecta também todos os árabes cristãos na zona, que lado a lado com os muçulmanos estão presos dentro destes muros sem poder sair, sem ter acesso a nada. Gostaria de viver dentro destes muros? Ahh.. olhe ainda para mais, sabe que este muro na verdade cerca uma cidade chamada Bethlehem? Sabe o que é? É a cidade onde nasceu Jesus, SIM filho da Virgem Maria… sim é Belém onde vieram os Reis Magos para a tal gruta… sim a igreja da Natividade de Cristo está aqui dentro. É uma cidade de 30mil habitantes, tipo Évora em Portugal imaginem Évora totalmente rodeada por muros de betão…o que fazia você se vivesse lá dentro?

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Israel and Palestine Aníbal: Maldição do Deus de Israel O Lóbi de Israel e a Política Externa dos EUA

Gaza: O que Israel Não Queria que Víssemos – PARTE 2

O problema aqui é que as pessoas vêem-se a ter que virar para os partidos mais extremos na cidade ou seja, por um lado, têm os israelitas que entram na cidade a bombardear e a matar muitos civis, e por outro, têm grupos de extremistas que dizem lutar contra esses ditos israelitas… ou seja, pessoas normais como nós, escolhem o lado de quem diz que luta por eles ou pela familia inocente que morreu num bombardeamente israelita. Você de que lado ficava? O probleme é esse mesmo, ou seja, os muçulmanos não são radicais e extremistas, mas como em todas as religiões há os extremos, mesmo no judeísmo. Lembra-se do Yitzhak Rabin? Que no dia 4 de Novembro de 1995 foi assassinado pelo estudante judeu ortodoxo Yigal Amir, militante de extrema-direita que se opunha às negociações com os palestianianos, quando participava num comício pela paz na Praça dos Reis (hoje Praça Yitzhak Rabin) em Tel Aviv…

Penso que a solução “colonialista” e “fascista” de todo este processo não foi bem feita. O colonialismo em África não foi bem feito. E…o descolonialismo em África não foi bem feito. Todos sabemos. O que se passa aqui é que nós nos pomos sempre do lado de quem mais se assemelha a nós, neste caso do lado dos israelitas altamente americanizados. OK, compreendo, mas nós realmente temos que nos meter do lado de criar uma história pacifica, justa e sem fascismos.

Gaza: O que Israel Não Queria que Víssemos – PARTE 3

E vocês agora perguntam… não não Israel tinha direito às unificação de David. Mas… porquê? 2000 anos passaram. Tem Itália e Roma direito à Península Ibérica? pela invasão romana? :P

Vejam o mapa e percebem um pouco o porquê da confusão. Se não virem bem cliquem aqui: Mapa Palestina

Mapa Palestina e Israel

Mapa Palestina e Israel

Links de interesse

http://www.mideastweb.org/mpalestine.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Palestine
http://en.wikipedia.org/wiki/Palestinian_territories

Gaza: O que Israel Não Queria que Víssemos – PARTE 4

O último discurso de Yitzhak Rabin

em português do brasil….
Data: 4 de novembro de 1995 – Tel-Aviv, Praça dos Reis de Israel (actualmente, Praça Rabin)

“Permitam-me dizer que estou profundamente emocionado. Eu quero agradecer a cada um e a todos vocês, que vieram aqui hoje manifestar-se contra a violência e a favor da paz. Este governo, que eu tenho a honra de dirigir, ao lado de meu amigo Shimon Peres, decidiu dar uma chance à paz – uma paz que resolverá a maioria dos problemas de Israel.
Eu fui um militar durante 27 anos. Lutei enquanto não havia chances para a paz. Eu acredito que agora existe uma chance para a paz, uma grande chance. Nós precisamos aproveitá-la pelo bem daqueles que aqui estão, e também pelo bem daqueles que não estão aqui – e existem muitos deles.
Eu sempre acreditei que a maioria das pessoas quer a paz e está pronta para assumir riscos para a paz. Ao virem aqui hoje, vocês demonstram que, juntos àqueles muitos outros que não vieram, as pessoas realmente desejam a paz e se opõem à violência. A violência destrói a base da democracia israelense. A violência deve ser condenada e isolada.
Este não é o modo do Estado de Israel. Numa democracia pode haver diferenças, mas a decisão final será tomada em eleições democráticas, como as eleições de 1992 que nos deram o mandato para fazermos o que estamos fazendo, e para continuarmos este curso.
Eu quero dizer que estou orgulhoso do fato de representantes de países com quem estamos vivendo em paz estão presentes conosco aqui, e continuarão a estar aqui: Egito, Jordânia e Marrocos, que abriram a estrada da paz para nós. Eu quero agradecer ao Presidente do Egito, ao Rei da Jordânia e ao Rei do Marrocos, representados hoje aqui, pela sua parceria conosco em nossa marcha a caminho da paz.
E, mais do que qualquer outra coisa, nos mais de três anos de existência deste governo, o povo de Israel provou que é possível fazer a paz, que a paz abre portas para uma melhor economia e sociedade; que a paz não é somente uma bênção. A paz é a primeira de todas em nossas rezas, mas também é a aspiração do povo judeu, uma aspiração genuína pela paz.
Há inimigos para a paz que estão tentando nos ferir, para bombardear o processo de paz. Eu quero dizer, diretamente, que nós encontramos um parceiro para a paz entre os palestinos também: a OLP, que era um inimigo, e que deixou de se engajar no terrorismo. Sem parceiros para a paz, não pode haver paz.
Nós demandaremos que eles façam a sua parte para a paz, assim como nós faremos a nossa parte para a paz, com o intuito de resolver o aspecto mais complicado, prolongado e carregado emocionalmente do conflito árabe-israelense: o conflito palestino-israelense. Este é um caminho carregado de dificuldades e dor.
Para Israel, não há caminho sem dor. Mas o caminho da paz é preferível ao caminho da guerra. Eu digo isto a vocês como um militar, alguém que é hoje o Ministro da Defesa e vê a dor da família dos soldados do Tzahal (exército de Israel). Por eles, por nossos filhos, no meu caso por nossos netos, eu quero que este governo exauste todas as aberturas, todas as possibilidades, para promover e atingir uma paz completa. Até mesmo com a Síria será possível fazermos a paz.
“Este esforço deve mandar uma mensagem ao povo de Israel, ao povo judeu ao redor do mundo, às muitas pessoas no mundo árabe e, de fato, ao mundo inteiro, de que o povo de Israel quer a paz, apóia a paz. Por isso, obrigado.”

Gaza: O que Israel Não Queria que Víssemos – PARTE 5

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Comentarios

89 comentários

  1. @joaquim: caro amigo, não poderia concordar mais consigo! Excelente comentário! muito obrigado.

  2. Como querem vcs q eles se entendem se aqui, meia dúzia de vcs, não se entendem? Cada um de nós defende o seu ponto de vista, alicerçado principalmente na sua crença ou nos seus interesses, mesmo q estes sejam de ordem moral.
    Enquanto houverem homens, assim será. E quanto mais religiosos, mais conflitos. A única religião q deveria existir era a do respeito pelo outro, mas há homens e como tal os conflitos continuarão. Adianto ainda q aliado ao fato religioso, aí está e estará sempre o dinheiro, a riqueza e a cobiça. O Homem no seu esplandor. Assim foi, assim é, assim será.
    Estamos ainda e apenas no sec. XXI …..

    joaquim em
  3. Lendo e procurando entender tantas guerras entre nações irmãs, ponho-me a pensar, como é que nós seres humanos somos tão egoistas e ganaciosos, ao ponto de querer tirar tudo de quem não tem quase nada e os mais fortes impondo seu jugo sobre os mais fracos. É exatamente o que está acontecendo entre Israel e Faixa de gaza, um povo que se diz tão santo e matando tanta gente inocente, principalmente crianças, sinceramente ao ler essas matérias fiquei chocado e a pouca admiração que tinha por Israel acabou. já que não posso fazer nada além desse peequeno comentário, só me resta rezar e pedir a DEUS que adentre nos corações desses homens que comandam esses ataques que tenham misericórdia e acima de tudo respeito por essas nações bem inferiores aos seus poderes de ataques. Tenha certeza que DEUS terá compaixão desse povo, já que seus próprios irmãos não teem.

    luiz bernardino dos santos em
  4. ***Issa (que a paz esteja com ele) nunca mencionou na biblia ser cristão.(verifiquem)

    Abdullah em
  5. Devo dizer como muçulmano que o Andraggon está enganado, quanto a palestina e israel.

    1º Muçulmano significa aquele que se submete as leis de Deus, desse modo Adaam (Adão)(que a paz esteja com ele) foi o primeiro muçulmano e todos os outros profetas eram muçulmanos, incluindo Dawudh (David)(que a paz esteja com ele); isto porque todos os profetas se submeteram as leis de Deus, ou seja a palestina sempre foi dos Muçulmanos.

    2º Islão (CASA) é um conceito, ou seja não depende de uma pessoa ou tribo para existir tal como o cristianismo que depende de Issa (Jesus)que a paz esteja com ele), sendo que o mesmo disse que era cristão em qualquer parte da biblia; ou o judaismo que depende de uma tribo. Islão sempre existiu desde o inicio do Mundo; o muçulmano deve acreditar em todos os livros sagrados desde a Tora ao Alcorão, e em todos os profetas por igual, se não deixa de ser muçulmano.

    3º O cristianismo nunca existiu nem o judaismo como religião na epoca dos profetas Issa e Dawudh (que a paz esteja com eles), uma vez que eles nunca proclamaram algo na Biblia, foi algo que foi introduzido pelo seus seguidores distantes muito tempo depois de eles terem morrido.

    4º Todos os muçulmanos minimamente informados sabem que a guerra na palestina não vai acabar até a segunda vinda de Issa( que a paz esteja com ele); por outro lado os Judeus estão a espera do falso profeta (Dajjal), por isso eles querem dominar jerusalem é onde vai aparecer o Dajjal.

    5º A luta na palestina não é uma luta politica mas sim uma luta de religião acima de tudo, tal como a guerra no iraque, no afeganistão, somalia, chechenia, bosnia, etc; se pararem para pensar verificam que os media chamam sempre de terroristas as pessoas que estão a ser atacadas, algo que não faz lógica.

    6º Se notarem todos os paises atacados têm matérias primas preciosas desde “opio” a petroleo; e os paises que não estao a ser atacados necessitam dessas matérias primas.

    7º Conclusão: eu como sou muçulmano sou muito suspeito ao dizer isto, mas o Islão ensina o muçulmano a ir a procura do conhecimento, dessa forma eu aconselho qualquer pessoa a fazer o mesmo, e a não depender de terceiros para formar a sua opinião, desse modo aconselho a lerem a biblia e o alcorão, e ao de reparar que existem muitas coicidencias quando se menciona o nome de Deus, e que as historias ou exemplos que Deus dá são muito parecidos; basicamente verifica-se que só existe um Deus e os profetas não são nada mais do que mensageiros e quem cumprir as leis de Deus terá sucesso neste mundo e no proximo e quem não cumprir será punido, . Por exemplo neste momento existe uma crise financeira no mundo, Deus a muito tempo que deu a solução, basta verificar na Biblia e no Alcorão que Deus indica ao homem para não ter juros nos emprestimos mas como o homem é arrogante e ganancioso existem milhares de bancos com juros, e neste momento o homem está a pagar pela sua arrogancia. E todo o mal que existe no mundo é devido ao não cumprimento das leis de Deus e a não implementação do sistema de Deus nos paises.

    Abdullah em
  6. George entendeu bem a coisa. O americano quer petroleo, muito e barato.De quem são as maiores fortunas americanas? De Judeus, é claro.Qual o povo que só pensa em dinheiro, se puder vendem até a mãe? Judeu, é claro. E os interesses de vender material bélico? DE americano, consequentemente judeu, é claro. Se vc pensar um pouco vai se chegando as estas e outras conclusões.

    elaine em
  7. boa noite , sinto-me dividido na minha opinião os judeus ocuparam a Palestina , mas de um deserto erguerão uma nação . obrigado

    josé almeida em
  8. @Naim Kalil Saad: Muito obrigado pelo excelente comentário. muita Paz para si. Obrigado e volte sempre.

  9. Sou filho de Libanês.
    Meu pai desembarcou no porto de Santos – Brasil (A Terra da Santa Cruz) no ano de 1927, com 12 anos de idade, junto com minha avó viúva (meu avô foi padre da Igreja Maronita da aldeia de Ain Anoub – Monte Líbano). O meu avô paterno morreu durante a Guerra de Libertação dos Territórios Árabes Ocupados pelo Império Turco-Otomano, quando 1/3 da população Libanesa foi massacrada e dizimada, até hoje não recebemos nenhuma reparação e nem um simples pedido de perdão. Meu pai, que falava fluentemente, em árabe e português, sempre falava bem do Líbano. Eu era menino e ele me falava das oliveiras e das azeitonas, das videiras e uvas, da neve e do clima ameno. E eu em minha fantasia de menino, imaginava o Líbano um lugar perfeito para se viver, ainda mais quando ele me levava à Igreja (hoje Catedral) Nossa Senhora do Líbano, que fica na Rua Tamandaré, nº 355, no Bairro da Liberdade, na capital do estado de São Paulo – Brasil e assistia a missa e aprendia que o Líbano faz parte da Canaã (A Terra Prometida, “onde mana o leite e o mel”. (O “mel” vem das tâmaras que são os frutos da tamareira).
    Morávamos no bairro do Pari, um bairro onde viviam descendentes de portugueses, italianos, espanhóis (era vizinho da Dna. Laura, que tinha duas filhas Isaura, Laurinha e um filho Antonio) e judeus (tinha uma amiguinha chamada Raquel, que vinha em casa e eu ía na casa dela e foi aí que eu ví a Torah, pregada no batente da sua porta de entrada).
    No início da década de 70 (eu era um adolescente), meu pai, que se correspondia através de carta com um tio, que morava no Líbano,recebeu uma oferta de emprego e um convite para morar no Líbano com a família. O meu pai agradeceu e recusou a oferta. Logo depois estourou a Guerra Civil Libanesa de 1975 a 1990, que devastou e arrasou o Líbano (que já foi considerado a Suiça do Oriente Médio).
    Nem por isso eu me sinto “coitadinho” ou “revoltado”. Sempre tive relacionamento justo e correto com descendentes de Judeus (ou Hebreus). Meu nome é Naim (que em árabe significa “calmo, sossegado” e em hebraico significa “estou na presença de Deus”). Nossos povos são filhos de Abraão.
    Existem problemas geo-políticos sim, mas foram criados pela Cobiça de políticos inescrupulosos, irresponsáveis e sanguinários, que não respeitam a Vida Humana. E como leitor da Bíblia Sagrada, vejo com tristeza, mas com esperança, que as Profecias de Jeremias, Ezequiel, Daniel, se cumpriram, estão se cumprindo e ainda vão se cumprir. E vendo sob o prisma Espiritual, observo que os Seres Humanos, que nascem nessas Regiões de Conflito passam Provações. Não devemos esquecer que além dos problemas de Refugiados Políticos e Religiosos, veremos crescer o problema dos Refugiados Ambientais, com as Mudanças Climáticas e aí Todos seremos Provados. A Bíblia exorta a Proteger os Peregrinos e a Amparar os Estrangeiros (“Porque vós também fostes estrangeiros na Terra do Egito).
    Todos nós temos um Único Pai, Justo e Misericordioso, em em seu coração cabe Todos os seus Filhos, por Ele o Universo foi Criado e só Ele é dono da Terra e nos dá a sua Benção. Para que adianta tanto Poder; Riquezas e Tecnologia, se não podemos “comprar” a Paz! Vamos ser mansos e humildes e acolher as mensagens da nossa mãezinha do céu, que pede “Façam tudo o que Ele vos mandar”.

    Naim Kalil Saad em
  10. faço das palavras de EDMI MOREIRA SAYS minhas palavras .

    lumaria em
  11. Qdo comecei a entender o tamanho da tragédia que a Alemanha Nazista tinha feito com os Judeus,fiquei muito chocado,e me apaixonei por Israel,como nação,e em todos os sentidos.A minha vida toda tentei entender esse crime bábaro contra milhares de homens,mulheres e crianças.Hoje minha paixão se foi.Tudo que Israel sofrei com a Alemanha,está descontando na Palestina.Não tenho mais o amor que eu tinha por Israel e sou totalmente copadecido com os palestinos,que sofrem com as peserguições do judeus que não tem um pingo de amor e nem piedade…Matam crianças e inocentes e roubam as terras do palestinos e jordanianos,meu respeito e amor hoje é pelos palestinos que não tem como se defender de tanta força bruta dos israelenses…Espero que as negociações de paz seja estabelecida e que seja devolvida os territórios ocupados que não pertence a Israel…

    edmi moreira em
  12. Não pude também deixar de ler a análise feita pelo sr. que assina como Andraggon que enaltece o Estado de Israel como sendo o salvador da região, antes desértica e habitada por tribos subdesenvolvidas. Fala de muitos acordos realizados entre diferentes potências, e foi isso mesmo essas potências decidiram o destino de um povo que se recusa a ser aniquilado. O que é certo é que no meio de tantos acordos não é cumprido o retirar das forças israelitas do território palestiniano.

    Paula Abu-Hazima em
  13. Como cidadã e como esposa de um palestiniano, não posso deixar de me preocupar com os acontecimentos no Médio-Oriente, em especial com o conflito Israelo-palestiniano. Fiquei agradavelmente surpreendida com o que aqui li sobre o assunto. As pessoas também se interessam com o que se passa para lá do nosso pequeno País e raciocinam sózinhas sem se deixarem influenciar por algumas notícias e reportagens tendenciosas (o poder politico-económico dita as regras).
    De que adianta lembrar constantemente os horrores sofridos pelos judeus no Holocausto, deveriamos antes fazer uma reflexão, aprender com os erros do passado para que não sejam repetidos no futuro, mas não é isso que está a acontecer. As pessoas têm memória curta, e é um peso e duas medidas.
    O próprio Primeiro ministro Israelita declarou estar “envergonhado com as recentes cenas de violência na Cisjordânia e afirmou que elas lembram um “pogrom” – Ondas de violência contra judeus na Europa nos séc. 19 e 20 -. Para quem nunca conheceu outra terra sem ser a Palestina, quem se viu expropriado da sua casa e dos seus bens… que solução lhe apresentamos? Como é que o meu marido explica aos filhos ainda pequenos o conflito?!Talvez da forma mais simplificada que conseguiu: ” Temos esta casa onde vivemos, resultado do nossso trabalho.Amanhã chegam aqui umas pessoas armadas e dizem que temos de sair, que ela agora pertence-lhes. Daqui por uns tempos chegam outras pessoas que dizem que é melhor dividir a casa, nós ficamos na despensa e eles ficam com o resto.”

    Paula Abu-Hazima em
  14. O mesmo DEUS que espalhou ISRAEL junta-o novamente,o profeta Jeremias em 31:10 disse ouvi a palavra do SENHOR,ó nações, e anunciai nas terras longíquas dor mar, e dizei:Aquele que espalhou a ISRAEL o congregara e o guardará, como pastor ao seu rebanho. Jeremias 32:37-38 eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde eu os lancei na minha IRA, no meu FUROR e na minha grande INDIGNAÇÃO:tornarei a traze-los neste lugar e farei que habitem nele seuramente; 38 eles serão o meu povo e eu serei o seu DEUS,O PROFETA ISAIAS tambem disse em 14:1-2″ Porque o SENHOR se compadecera de JACÓ, e ainda elegera ISRAEL, e os po´rá na sua própria TERRA e unir-se-ão os estrangeiros,e estes se achegarão a casa de JACÓ; os povos os tomarão os levarão aos lugares deles…” IS 43:5-6 ” Não temas,pois, porque sou contigo, trarei a tua descendencia desde o ORIENTE e a ajuntarei desde o OCIDENTE. 6 Direi ao NORTE: ENTREGA! E ao SUL: NÃO RETENHAS! Trazei meus filhos de longe, e minhas fihas das extremidades da terra.
    DEUS DISSE QUE NOS ULTIMOS DIAS TRARIA O SEU POVO DE VOLTA A TERRA QUE PROMETEU A ABRÃO, ISAQUE E JACÓ, PORTANTO OS JUDEUS SÓ ESTÃO TOMANDO POR HERANÇA A TERRA PROMETIDA CANAÃ (PALESTINA HOJE), E COMO ESTÁ ACONTECENDO IS 60:8 DISSE ” QUEM SÃO ESTES QUE VEM VOANDO COMO NUVENS E COMO POMBAS RA AS SUAS SUAS JANELAS?” ( A ALIÁH ) TRANSPORTE AÉREO, SF 3:10 ” Dalem dos rios da ETIÓPIA, OS MEUS ADORADORES QUE CONSTITUEM A FILHA DA MINHA DISPERSÇÃO,ME TRARÃO SACRIFICIOS.”
    AS PROFECIAS DO RETORNO DOS JUDEUS À TERRA DE ISRAEL JÁ ESTÃO QUESE TOTALMENTE CUMPRIDAS.
    PORTANTO É PROFECIA DE DEUS SE CUMPRINDO NOS NOSSOS TEMPOS, E NÃO OS JUDEUS INVADINDO TERRA DOS OUTROS, ATÉ PORQUE DEUS JA TINHA PROFETIZADO NOS VENTRE DA MÃE DE JACÓ, QUE DUAS NAÇÕES SAIRIA DO SEU VENTRE, A MENOR REINARIA SOBRE A MAIOR: (ISRAEL A MENOR), A BÍBLIA TEM RESPOSTAS PARA TUDO. ISSO É PROFECIA!!! FICA NA PAZ, E NÃO ESQUEÇA DE ORAR PELA PAZ EM JERUSALEM!!! (SALMO 122:6)AH! DEUS JULGARA TODA NAÇÃO!!!

    evelin lacerda em
  15. eu creio que se tem um povo na terra em que tem um pedaço de terra que foi dado pelo dono de mundo
    este povo se chama o povo de israel, desde aw promessas da antuguidade que foi feita a abraão izaque e jacó, não estou dizendo qeu os palestinos não tenham direito a ter o seu estado, sim tem
    eles merecem, mas parem de jogar bonbas e matar inocentes fica mais facil viver em harmonia com os
    vizinhos, segundo as profecias do profeta amos o prorio DEUS plantou o seu povo em sua terra e
    não mais seraõ arancados.

    mario em
  16. desculpem-me, mas nunca li tanta bobagem em tao poucas linhas. não sou erudito, mas se judeus e palestinos descendem de abraão tem que aprender a conviver é lá mesmo em canãa sem a intromissão de ocidentais, árabes, persas e terroristas.

    domingos petrola em
  17. Israel compreendia no tempo de Davi, ao reino do Norte, enquanto que o reino do sul era a Judéia. Davi se juntou a soldados de Creta que tinham perdido uma batalha no Egito, e derrubaram o rei de Israel, Saul. Então como vassalo dos filisteus, Davi fez om que a Judéia dominasse o reino de Israel, conforme os filisteus voltavam para Creta, Davi ampliava seu poder, já quetambém havia um enfraquecimeto da assíria, do egito e da babilônia.

    Hoje os atuais filisteus, (USA), criaram enclave americano no oriente médio, para ameaçar as nações árabes, detentoras de reservas de petróleo. Este enclave (Israel) desempenha seu papel de vassalo realizando o serviço sujo, necessário para manter as reservas. Isto foi rompido pelas petrolíferas americanas que queriam o domínio do petróleo iraquiano, e inventaram desculpas ( armas de destruição de massa, arsenal nuclear, etc) para invadir a nação árabe. Hoje se fala em Israel bombardear as defesas iranianas, para desencadearem uma guerra para que os americanos tomem conta do petróleo iraniano. Para isto que Israel tem a forma que tem hoje, e a paz israelense é a paz da imposição da força e da morte. A democracia americana é de arrumar petróleo para os consumidores americanos, a um preço barato, sem considerar o sangue derramado para obtê-lo

    george em
  18. reino dividido

    neil scifo

    facções rivais
    nações dividida

    em duas facções rivais
    a divisão aconteceu em resultados
    dos proprios erros do povo

    quase da noite para o dia
    a nação perdeu perte
    do seus dominios dividos

    do dia para a noite!

    eles se tornaram dois poderes
    estão fracos combatendo
    inimigos pagãos e só brigando entre si ..

    o desvio o deixou na idolatria
    e no erro debilitada
    por conflitos e brigas

    estão sempre a guerrear
    um contra o outro
    e a sua mente sente na sua cabeça

    ser presa facil dos inimigos

    letra de uma musica que fiz pra israel, palestina este povo biblico ..

  19. pra eles palestinos e israelitas se unir eles so devem fazer uma coisa so seguir ao deus o todo poderoso ai sim eles vao encontra paz tambem o mundo todo vai encontrar. o homen deve amar o proximo como jesus fez..

  20. Gostei muito desta pagina.

    Para você o verdadeiro israelitas são da palestina?

    no mapa parece que só era palestina(de verdade Israel) e Jerusalém.E agora existe um país que diz ser Israel invadido, tomando o que de fato todo é da palestina os verdadeiro israel POVO ESSES ESCOLHIDO DE DEUS.

  21. Com todo o respeito do que disse o joão Leitão, acho que o amigo andraggon explanou correctamente a situação na Palestina. Depois disto, pouco mais há a crescentar. Mas sempre acrescento que, “era tão fácil acabar a guerra na Palestina, era só os árabes reconhecerem o direito à existência de Israel”. Caberá na cabeça de alguém de que é possível “varrer” israel do mapa? E depois, desde tempos quase imemoriais que os judeus vivem na Palestina, só sairam de lá, uma parte deles, porque foram expulsos. Mas outros lá ficaram e marcaram presença ao longo dos tempos. Portanto, se os árabes têm direito a um País, e têm, porquê tanta gente exclui desse direito os israelitas? Como diz andraggon, eles, (israelitas) não têm recursos naturais, (petróleo) e veja-se o que fizeram do deserto. Os árabes têm os recursos e vivem deles, só. O que seria a arábia sem petróleo? E depois, não posso deixar de me impressionar com livros como:
    -Para que a terra não esqueça-,
    -Mila 18-,
    -Exodus-,
    -Treblinca-,
    -Coelhinhas de Ravensbruk-,
    -Os médicos malditos-, e outros que li, mas não me lembro do título.

    Manuel Quintas em
  22. Andraggon, muito obrigado pelo comentário. Fico contente que contribua para esta página e este assunto ficarem mais completos. É excelente o seu texto. Muito obrigado.

  23. Foi com grande surpresa que li a esta página acerca da problemática do Médio Oriente, designadamente o conflito entre árabes e israelitas. Essa surpresa, a roçar a incredulidade, ocorreu porque o que aparece transcrito, sendo obviamente uma visão subjectiva, apresenta uma análise totalmente deturpada.

    Não pretendo dar lições de história ou de política seja a quem for, muito menos a cidadãos que não conheço, admitindo sempre possuirem todo um variado manancial de conhecimentos.
    Apesar de tudo não pude deixar de sentir enorme incomodidade, uma vez que aparece escrito não se trata apenas de uma sequência de imprecisões, mas antes, efectivamente, um rol de erros crassos.

    Vejamos uma breve resenha histórica:

    1. As tribos semitas que formavam o povo judeu (recordo que o judaísmo foi a primeira religião monoteísta) povoavam já aquela região geográfica (Israel) no segundo milénio a.C.
    (Nota: Só em 700 d.C, com Maomet, surgiu o Islão como força árabe unificadora)
    2. Desse território (parcialmente correspondente ao que pretensamente seria a Palestina), o povo judeu foi levado para o cativeiro, primeiro pelos egípcios (1300 a.C.) e depois pelos babilónios (500 a.C.)
    3. A diáspora terá começado por volta do ano 100 a.C. Por via da violenta opressão dos romanos invasores, muitos judeus preferiram procurar outras paragens para se instalarem.
    4. Espalhados principalmente pela Europa, os judeus foram sempre um povo perseguido ao longo dos tempos, designadamente em países de maior tradição católica
    5. O fluxo semita para o território que é hoje Israel começou ainda no decorrer do século XIX e em 1917, com a publicação da denominada “Declaração Balfour”
    é oficializado o laço histórico do povo hebraico com o território que foi seu nos primórdios (em boa verdade ultrapassava largamente os limites de Israel, porque abrangia também a Jordânia)
    6. Apesar de ter funções como potência mandatária para a região e em violação do . que estava acordado, a Grã-Bretanha subtrai 4/5 do território, permitindo a . . formação do reino da Jordânia. Estranhamente, nunca se levantaram vozes a . . reivindicar uma nação palestiniana a leste do Mar Morto.

    (Refira-se que o território que hoje constitui a Jordânia, também está incluída na tal área que supostamente seria a Palestina, embora, por comodidade, quase ninguém faça referência a esse facto)

    6. Apesar desta partilha unilateral, da “traição” dos britânicos, de algumas situações mais conflituosas com os árabes vizinhos e do holocausto durante a II Grande Guerra; o fluxo de judeus aumenta de tal forma que, a 29 de Novembro de 1947 a Assembleia Geral das Nações Unidas (com uma maioria de 2/3, onde figuram a totalidade dos ocidentais, bem como a URSS) adopta uma “resolução” instituindo na Palestina dois Estados separados, um judeu e outro árabe. Nesta altura são também estabelecidas fronteiras, ainda que totalmente desproporcionadas (aceites por Israel, embora na zona central – Telavive – Jafa – o espaço confinava-se quase a uma estrada)
    7. A 14 de Maio de 1948 Ben-Gurion proclama a independência de Israel (um acto unilateral, é certo, mas alicerçado naquilo que foi acordado pela Nações Unidas) e no dia seguinte ocorre a invasão oraganizada por Egipto, Iraque, Jordânia (na altura denominada Transjordânia), Líbano, Síria e Arábia Saudita.

    Para não me alongar demais, julgo que no que diz respeito à legitimidade dos israelitas em ocuparem o “seu” território não haverá muitas dúvidas, ainda que pudesse acrescentar mais alguns pormenores elucidativos. Seria fastidioso.

    Aliás facilmente se perceberá que Palestina e Israel são muito coincidentes quanto ao território geográfico, pelo que também os judeus são oriundos da Palestina. Mas há uma diferença: judaísmo e Palestina já existiam muitos séculos antes de Cristo, mas as ideias de árabe e de Islão só aparecerem no ano 700 depois de Cristo. Analisem-se pois as diferenças no tempo.

    Em 1979, com os acordos de Camp David, Israel e Egipto assinaram a paz, mas os irredutíveis árabes, de agora em diante dominados pela OLP, criaram uma frente de obstrução, onde pontificavam Síria, Iémen, Arábia Saudita, Argélia e Líbia.

    Quanto à ideia de que os árabes foram desalojados das suas terras (totalmente falso) há que referir o seguinte:

    1. Durante o movimento de retorno sionista (meados do século XIX) de uma forma geral nenhuma família israelita desalojou os ocupantes árabes das terras. Todas as terras foram negociadas e pagas.
    2. Documentos recentemente divulgados, demonstram que alguns estados árabes (através da Liga Árabe), a partir de 1948, exortaram a população árabe a partir do território que a ONU tinha acabado de atribuir a Israel
    3. Este facto constituiu uma página escandalosa da história da região, uma vez que os estados árabes não conseguiram acolher os cerca de 500.000 árabes que obedeceram às directrizes da Liga Àrabe e foi necessário que o Departamento de Refugiados da ONU encetasse a ajuda humanitária necessária.

    Não deixa de ser curiosa a forma como surgiu a exigência àrabe pela tal nação palestiniana. Efectivamente, entre 1948 e 1967, Jordânia e Egipto dominaram os enclaves da Cisjordânia e de Gaza e nada foi reivindicado
    Já antes a própria carta da OLP não consegue definir bem o que são os Palestinianos, assumindo que são “todos os que, com os seus descendentes, habitavam o território do antigo mandato britânico quando da Declaração Balfour de 1947, quer lá tenham ficado, quer de lá tenham saído”. Sintomático o facto de não identificarem uma linhagem mais remota do que no molde puramente colonialista feito 60 antes pelo imperialismo inglês.

    Da OLP, que foi o grande durante muito tempo o grande estandarte da nação palestina há que referir que dos seus estatutos constava a destruição do estado de Israel. Ainda hoje existem algumas dúvidas acerca do envolvimento da OLP (ou, pelo menos, de células agregadas ao movimento) acerca de algumas acções terroristas, tal como ainda hoje se discute uma eventual consulta ao líder Arafat (que por acaso até nasceu no Egipto) com vista aos atentados protagonizados pelo grupo “Setembro Vermelho” na aldeia olímpica de Munique, aquando dos “jogos” de 1974. Aliás o próprio Arafat foi o fundador do movimento terrorista Fatah. Tendo pontificado inicialmente na Jordânia (com o apoio dos soviéticos) e mais tarde no Líbano sendo o principal responsável pela primeira guerra civil.
    De qualquer forma, e dadas as graves carências da população árabe que povoa os territórios de Gaza e Cisjordânia, não deixa de provocar alguma indignação que o próprio Yasser Arafat nunca se tenha preocupado muito com isso, tanto mais que a sua fortuna chegou a ser avaliada em 1,3 bilhões de dólares o que lhe conferia o pomposo título de um dos homens mais ricos do mundo, sendo parte desse dinheiro (900 milhões – e isto está provado) fruto de desvios de fundos públicos. Sintomático o amor ao povo e à causa palestiniana.

    È bom não esquecer que antes do fluxo semita à “terra prometida” aquela região pouco mais era do que um deserto sem qualquer proveito, sem grande consistência social, uma vez que apenas existiam alguns aglomerados quiase tribais e desarticulados.
    Os judeus povoaram as terras áridas, criaram sistemas de rega e conseguiram o milagre de transformar o deserto em terra rica e produtiva e então a “Palestina” passou a ter outro interesse.

    Portugal viveu o 25 de Abril há 34 anos, mas cada vez mais se afunda na cauda da Europa. Israel tornou-se independente há pouco mais (60 anos) mas é a 21ª potência mundial. É um território quase 10 vezes mais pequeno que Portugal, mas é líder na inovação tecnológica e, forçado pelas circunstâncias, a maior potência militar (e também económica) daquela região do globo. É a nação a quem foram atribuídos mais prémios “nóbel”. Uma nação de trabalho e sacrifício, rodeada de intransigentes inimigos e alvo da inveja dos incapazes.

    Ao desenvolvimento israelita foi proporcional o ódio e a inveja dos vizinhos. Nenhum outro povo foi tão sacrificado ao longo da História. Nenhum outro povo teve a mesma capacidade de trabalho e de abnegação ante as contrariedades. A ideia de nação palestina cresceu na proporção da evolução do povo hebraico. Mas a ideia da nação Palestina não é mais do que uma forma camuflada de pretender a supressão do estado de Israel.

    Mas a Palestina como território e/ou como nação não é propriedade apenas dos palestinianos, uma vez que compreende o território originalmente hebraico. Aqui reside o aspecto fundamental do problema: é que os judeus aceitam os árabes (milhares de árabes se deslocam diariamente a Israel para trabalhar) mas estes nunca aceitaram os judeus.
    Muito mais poderia ser dito sobre o papel inocoerente e ambíguo da OLP (sempre apoiada pela URSS), sobre as sucessivas agressões (Guerra do Sinai, Guerra dos Seis dias; Guerra do Kippur), sobre os consecutivos atentados terroristas, sobre a recusa dos mais radicais em reconhecer o estado de Israel.
    Apesar de parecer aceitar o diálogo, nunca a OLP condenou os ataques terroristas. Nunca a OLP tomou uma posição de força ante os mais radicais. Tal como, nos nossos dias, o Hamas nega o diálogo e rejeita a existência de um estado sionista. A via política e diplomática nunca foi verdadeiramente aceite pelos árabes.

    Lamentavel que entre tantas guerras e atentados muitas injustiças foram cometidas, muitos inocentes perderam a vida. Nem sempre houve tolerância e clarividência nalgumas atitudes, mas pergunto: Quem não aceita quem ? Quem mais se tem preocupado em dialogar ? Quem mais tem manifestado interesse pela paz ? Apesar de todos os acordos estabelecidos, quem segue a táctica do terrorismo ? Quem viola os vários cessar-fogos ? Quem coloca crianças e adolescentes à frente das manifestações ? Quem agrega jovens (e apenas jovens) para funcionarem como bombas humanas ?

    Até compreendo que, por via de algum comprometimento partidário-ideológico, alguns tenham alguma alguma dificuldade em sair dessa linha crítica, mas existem factos, existem documentos, existem testemunhos diários …

    Ninguém nega o direito da existência à nação palestiniana ainda que ninguém saiba explicar muito bem os seus contornos (geográficos, étnicos, sociais, etc,). Mas será que que o direito de existência de uma nação implica necessáriamente o aniquilamento de outra ? Não poderão coexistir as duas ?

    Poderia fazer algumas analogias a outras situações extremamente condenáveis (veja-se o que se passa na Coreia do Norte, Tibete, Myanmar, Georgia, Tchetchenia, Sudão, Burundi, Somália, Líbano, Cuba, Haiti, Zimbabué, paízes onde são visíveis os radicalismos ideológicos e/ou religiosos, com consequências trágicas). Não o farei. De qualquer forma, não deixa de ser estranho a simpatia que os partidos de esquerda sempre demonstraram ante as causas árabes. Estranho, porque, tal como refere Nick Cohen (jornalista e ex-militante esquerdista inglês) no seu livro “O que resta da Esquerda ?” é precisamente nesses países que mais se atropelam alguns dos mais elementares valores que a esquerda sempre defendeu: liberdade de expressão, estado laico, liberdade e acção sindical, acesso ao ensino, direitos das mulheres, liberdade religiosa, etc. Estes valores pura e simplesmente não existem na maioria dos estados árabes … aliás também não deixa de algo incoerente o silêncio da “esquerda” ante as desavenças árabes, mesmo quando há milhares de vidas sacrificadas (casos da guerra Irão-Iraque, invasão do Kweit pelo Iraque, lutas entre xiitas e sunitas ou entre o Hamas e a Fatah na Faixa de Gaza ou as sucessivas guerras patrocinadas pelo Hezbollah, no Líbano).

    Quanto à referida construção do muro. Julgo que nem sequer é necessária qualquer explicação … é demasiado evidente.
    Não são precisos muitos conhecimentos de geo-política para se perceber o que se passa na região. Basta ver os telejornais, ler os jornais sempre salpicados a sangue com notícias de fanatismo e violência.

    Andraggon em
  24. Gostei imenso do sei site. Fiquei finalmente a conhecer as razões do conflito de uma forma clara, e dita de uma forma “não diplomatizada, ou enviessada para uma das partes”. Este tema é muito importante, já que existem muitas nações assim no mundo, resultantes da descolonialização, e que os mais radicais, de direita, normalmente, acham culpa única dos habitantes dos países que foram, à letra, abandonados na ignorância aquando da retirada das colónias, e que depois se pretendia que se desenvolvesse, e que utilizassem conhecimentos a que nunca tiveram acesso. Portugal, nesta matéria, não é excepção e não deixa de ter culpa, veja-se os casos africanos e de Timor-leste, por exemplo. Felizmente, os PALOP de África já estão a comenzar a encontrar rumo, pelo menos nalguns aspectos, mas ainda têm um longo caminho, como nós também temos, mas no sentido de diminuir o egocentrismo, e a mania de que sabemos tudo e controlamos tudo, sendo também autores do grande desastre das alterações climáticas, e do aumento dos preços dos bens alimentares (cereais, principalmente) que levam literalmente à fome a muitas pessoas, principalmente nos países mais pobres.

    Maycoll F. V. em
  25. Muito obrigada pela sua pagina, contribuiu em muita para a minha mea-culpa de ignorancia ter acabado, claro que ha sempre aquela pontinha de duvida, ou seja, fiquei a perceber em meia duzia de minutos aquilo que nunca havia percebido ate ao dia em que travei conhecimento na net com um libanes a residir e a trabalhar no Qatar que é apoiante e creio que “combatente” do Hezbollah..e eu simplemente cai no erro de dizer que Israel era um pais bom e que coitadinhos ja tinha sofrido o holocausto do hitler e que os maus dos palestinianos lhes queriam roubar o territorio…caiu o mundo..passei uma semana doente claro está.. Fui falar com um amigo mais velho que eu que me deu na cabeça e me explicou exactamente o oposto do que pensava…a partir daí tenho continuado a interessar-me mais pela historia do medio oriente e tropeçar na sua pagina foi realmente a cereja do bolo que faltava. Penso que fiquei mais rica e estou á altura de discutir este assunto com quem pensar o oposto e tiver bases para rebater..
    Obrigada Joao..e deixe la os comunistas e os que pensam que exprimir a opiniao livre é um atentado á historia do mundo!

    Marina Pinto em
Comentar site viagens João LeitãoQualquer dúvida ou ajuda sobre algum destino ou algo que precise de saber contacte-me sff. Não me faça perguntas sobre "Marrocos" numa página sobre os "Estados Unidos", ou na página do "Sobre o Autor".

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