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	<title>Comentários em: O porquê da confusão entre Palestina e Israel, Mapa da Palestina e Israel</title>
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		<title>Por: José Carlos</title>
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		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 18:46:36 +0000</pubDate>
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		<description>A sua explanação é o que se chama de totalmente parcial. Eu exponho todos os defeitos do meu inimigo e exponho todas as minhas qualidades, e trato isso como se fosse se fosse verdade absoluta.É por causa de opiniões como a sua que esta guerra é milenar e continuará sendo.
Simplesmente lamentável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A sua explanação é o que se chama de totalmente parcial. Eu exponho todos os defeitos do meu inimigo e exponho todas as minhas qualidades, e trato isso como se fosse se fosse verdade absoluta.É por causa de opiniões como a sua que esta guerra é milenar e continuará sendo.<br />
Simplesmente lamentável.</p>
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		<title>Por: Rosilene Martins</title>
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		<dc:creator>Rosilene Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 16:40:24 +0000</pubDate>
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		<description>no final vc lê a mensagem dos soldados. no ultimo video. então não haverá paz! a única saída É CORRER E SAIR DE LÁ, espero que tenham irmãos árabes para os acolher em outras nações. SABE QUERIDOS PALESTINOS, se rendam ao Eterno, entreguem suas vidas ao Criador, não tenham ódio dos judeus, por que eles não estão sozinhos, é uma guerra desleal dos poderosos contra os oprimidos. não existe Hamas para os proteger, não adianta criar terroristas, suicidas, por que eles têm armas para matar as massas em minutos. A guerra de hoje dura minutos e temos milhares de mortos. antigamente durava alguns dias. Converta-se ao Criador. não tenha ódio, ore clame por perdão. perdoe os inimigos. e que O Pai julgue as nações pelos crimes de sangue, orem por portas abertas, oportunidades. e que o Pai tenha misericórdia de vocês. Que Ele os abençoe. Por quê amor Ele teve ao enviar Seu Filho para morrer por todos os humanos, independente de raças, e creia no impossível. creia que haverá pessoas árabes e outros povos cheios de bondade para socorrer mais de um milhão de pessoas em todos os países. POR FAVOR, não morram nem se matem por causa de uma guerra sem precedentes. não existe heróis. só campeões e que sejam vitoriosos. se pudesse opinar tanto. eu creio que antes de enviar soldados a matar, deveriam de enviar pastores como Moisés e Salvador como Messias, deveriam de aprender com o amor e a bondade ensinar a lei e o evangelho, e pedir desculpas. mas precisamos dessa área, qualquer coisa assim por causa de uma profecia ISAIAS 43:5-6 ” Não temas,pois, porque sou contigo, trarei a tua descendencia desde o ORIENTE e a ajuntarei desde o OCIDENTE. 6 Direi ao NORTE: ENTREGA! E ao SUL: NÃO RETENHAS! Trazei meus filhos de longe, e minhas fihas das extremidades da terra. REALMENTE o Messias está voltando e vai entrar pelas portas douradas. e não endureça seus corações tanto muçulmanos, cristãos ou judeus. e eles estão contruindo um templo, mas se rejeitar pela segunda vez o Messias. eles não retornaram. e isso serve para muçulmano, cristão, qualquer religioso. Todos os povos serão congregados em todas as terras e nações. Mas que haja paz e fé e que vocês se entendam judeus e palestinos, pois temos guerras desde os primórdios da Criação. Mas eram guerras mais justas, vamos dizer assim, olho por olho, dente por dente, não UMA ARMA NUCLEAR OU QUIMICA para enfermar e matar milhares. e esse ataque não existe só contra os palestinos. em todas as terras temos conflitos e guerras frias. O Messias pode fazer os palestinos de Gaza prosperar em qualquer nação, através da fé no Messias, Ele cumpre o que está escrito. Após a conversão no Messias, crendo no sacrifício, e que o sangue expia seus pecados, e o Salvador é o UNICO e intercessor diante do Pai. todos judeus e palestinos, crstãos, enfim qualquer povo, raça ou religião, tem a promessa de serem salvos, e serem filhos de Abraão, se arrependam de suas más ações. recebam a benção da salvação. e onde quer pisar a planta de vossos pés palestinos, ali o Senhor estará com vocês. Portanto, não espere um líder decidir algo por vocês. É muito fácil opinar, mas desistam disso. e corram antes do pior. Por quê eles realmente não brincam de guerra. E no final só será correto o que tiver a fé verdadeira e concordar com a guerra. Por que não deve ser fácil matar, ou morrer sem aviso prévio. é triste sentir a dor da perda dos familiares ou sentir dor pelas feridas. Mas como disse o texto acima opinião de Naim: Todos nós temos um Único Pai, Justo e Misericordioso, em seu coração cabe Todos os seus Filhos, por Ele o Universo foi Criado e só Ele é dono da Terra e nos dá a sua Benção, e {salvação através do seu Filho}. Para que adianta tanto Poder; Riquezas e Tecnologia, se não podemos “comprar” a Paz! Vamos ser mansos e humildes e acolher as mensagens da nossa mãezinha do céu, que pedIU “Façam tudo o que Ele vos mandar”. E é assim, pela fé creia que a presença dO Espírito Santo te instrua o caminho a seguir, e que a Palavra da fé, que todos os profetas do Pai, discípulos do Filho Messias da Bíblia pregaram, e foram enviados pelo Pai, que A Palavra, a fé e o amor estejam em vossos corações. Sejam abençoados! amém.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>no final vc lê a mensagem dos soldados. no ultimo video. então não haverá paz! a única saída É CORRER E SAIR DE LÁ, espero que tenham irmãos árabes para os acolher em outras nações. SABE QUERIDOS PALESTINOS, se rendam ao Eterno, entreguem suas vidas ao Criador, não tenham ódio dos judeus, por que eles não estão sozinhos, é uma guerra desleal dos poderosos contra os oprimidos. não existe Hamas para os proteger, não adianta criar terroristas, suicidas, por que eles têm armas para matar as massas em minutos. A guerra de hoje dura minutos e temos milhares de mortos. antigamente durava alguns dias. Converta-se ao Criador. não tenha ódio, ore clame por perdão. perdoe os inimigos. e que O Pai julgue as nações pelos crimes de sangue, orem por portas abertas, oportunidades. e que o Pai tenha misericórdia de vocês. Que Ele os abençoe. Por quê amor Ele teve ao enviar Seu Filho para morrer por todos os humanos, independente de raças, e creia no impossível. creia que haverá pessoas árabes e outros povos cheios de bondade para socorrer mais de um milhão de pessoas em todos os países. POR FAVOR, não morram nem se matem por causa de uma guerra sem precedentes. não existe heróis. só campeões e que sejam vitoriosos. se pudesse opinar tanto. eu creio que antes de enviar soldados a matar, deveriam de enviar pastores como Moisés e Salvador como Messias, deveriam de aprender com o amor e a bondade ensinar a lei e o evangelho, e pedir desculpas. mas precisamos dessa área, qualquer coisa assim por causa de uma profecia ISAIAS 43:5-6 ” Não temas,pois, porque sou contigo, trarei a tua descendencia desde o ORIENTE e a ajuntarei desde o OCIDENTE. 6 Direi ao NORTE: ENTREGA! E ao SUL: NÃO RETENHAS! Trazei meus filhos de longe, e minhas fihas das extremidades da terra. REALMENTE o Messias está voltando e vai entrar pelas portas douradas. e não endureça seus corações tanto muçulmanos, cristãos ou judeus. e eles estão contruindo um templo, mas se rejeitar pela segunda vez o Messias. eles não retornaram. e isso serve para muçulmano, cristão, qualquer religioso. Todos os povos serão congregados em todas as terras e nações. Mas que haja paz e fé e que vocês se entendam judeus e palestinos, pois temos guerras desde os primórdios da Criação. Mas eram guerras mais justas, vamos dizer assim, olho por olho, dente por dente, não UMA ARMA NUCLEAR OU QUIMICA para enfermar e matar milhares. e esse ataque não existe só contra os palestinos. em todas as terras temos conflitos e guerras frias. O Messias pode fazer os palestinos de Gaza prosperar em qualquer nação, através da fé no Messias, Ele cumpre o que está escrito. Após a conversão no Messias, crendo no sacrifício, e que o sangue expia seus pecados, e o Salvador é o UNICO e intercessor diante do Pai. todos judeus e palestinos, crstãos, enfim qualquer povo, raça ou religião, tem a promessa de serem salvos, e serem filhos de Abraão, se arrependam de suas más ações. recebam a benção da salvação. e onde quer pisar a planta de vossos pés palestinos, ali o Senhor estará com vocês. Portanto, não espere um líder decidir algo por vocês. É muito fácil opinar, mas desistam disso. e corram antes do pior. Por quê eles realmente não brincam de guerra. E no final só será correto o que tiver a fé verdadeira e concordar com a guerra. Por que não deve ser fácil matar, ou morrer sem aviso prévio. é triste sentir a dor da perda dos familiares ou sentir dor pelas feridas. Mas como disse o texto acima opinião de Naim: Todos nós temos um Único Pai, Justo e Misericordioso, em seu coração cabe Todos os seus Filhos, por Ele o Universo foi Criado e só Ele é dono da Terra e nos dá a sua Benção, e {salvação através do seu Filho}. Para que adianta tanto Poder; Riquezas e Tecnologia, se não podemos “comprar” a Paz! Vamos ser mansos e humildes e acolher as mensagens da nossa mãezinha do céu, que pedIU “Façam tudo o que Ele vos mandar”. E é assim, pela fé creia que a presença dO Espírito Santo te instrua o caminho a seguir, e que a Palavra da fé, que todos os profetas do Pai, discípulos do Filho Messias da Bíblia pregaram, e foram enviados pelo Pai, que A Palavra, a fé e o amor estejam em vossos corações. Sejam abençoados! amém.</p>
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		<title>Por: rosemeri</title>
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		<dc:creator>rosemeri</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 23:19:53 +0000</pubDate>
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		<description>quanto a ocupação da faixa de gaza pelo egito e das colinas de golan pela síria e da cis-jordânia pela jordania? isso ninguém fala e ninguém condena. mas quando israel de defendeu nas guerra dos seis dias e depois ocupou esses locais aí todo o mundo condena. não quero ser partidária, acho que os árabes palestinos tem razão e os israelenses também. outra coisa: todos esses fatos são bíblicos e estão explicados na bíblia. ocorrem devido a teimosia dos homens em deixar o amor e só pensar em si. esse conflito só vai acabar quando chegar a hora. quando Jesus voltar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quanto a ocupação da faixa de gaza pelo egito e das colinas de golan pela síria e da cis-jordânia pela jordania? isso ninguém fala e ninguém condena. mas quando israel de defendeu nas guerra dos seis dias e depois ocupou esses locais aí todo o mundo condena. não quero ser partidária, acho que os árabes palestinos tem razão e os israelenses também. outra coisa: todos esses fatos são bíblicos e estão explicados na bíblia. ocorrem devido a teimosia dos homens em deixar o amor e só pensar em si. esse conflito só vai acabar quando chegar a hora. quando Jesus voltar.</p>
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		<title>Por: Hélio</title>
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		<dc:creator>Hélio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 20:37:33 +0000</pubDate>
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		<description>se Israel e a palestina são de um mesmo povo, porque não deixa as diferencia e para de tantas lutas armadas.o Deus do Palestino e o mesmo Deus de Israel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>se Israel e a palestina são de um mesmo povo, porque não deixa as diferencia e para de tantas lutas armadas.o Deus do Palestino e o mesmo Deus de Israel.</p>
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		<title>Por: Makongo</title>
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		<dc:creator>Makongo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 20:26:10 +0000</pubDate>
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		<description>Aconselho a que muitos dos que aqui escrevem, que leiam mais um pouco. Que se apoderem do a história tem para lhes contar. Talvez assim possam emitir opiniões mais sensatas. Ou então que se abstenham de dizer disparates. Apesar do nevoeiro que constitui a linha limite do horizonte visual, ele horizonte é muito mais além do que se superficialmente.

Leia ao menos isto:

O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”? 
“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”. 
Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica – Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica. 
COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”? 
No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”. 
Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas. 
BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA” 
Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá. 
Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20). 
Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”). 
Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul. 
Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França 
A PROMESSA DO &quot;LAR JUDAICO NACIONAL&quot; 
Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos: 
“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590. 
“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857. 
“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (…). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (…) uma expansão silenciosa, pesarosa (…) uma desolação (…). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas…”. 
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867. 
A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros. 
A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (…)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos. 
O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”. 
Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv. 
Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra. 
História e Significado de &quot;PALESTINA&quot; e &quot;PALESTINOS&quot; – 2ª PARTE
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Por Joseph E. Katz
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MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?
Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.
Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “…longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram…!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.
O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.
As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.
Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.
DE PALESTINA PARA ISRAEL
O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:
“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (…). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo.&quot; Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.
“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.
“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.
“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.
“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.
Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.
Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.
Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.
Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.
 Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.
A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA
Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?
À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.
Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?
 
Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel
Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.
Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.
 
Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?-

MZandona</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aconselho a que muitos dos que aqui escrevem, que leiam mais um pouco. Que se apoderem do a história tem para lhes contar. Talvez assim possam emitir opiniões mais sensatas. Ou então que se abstenham de dizer disparates. Apesar do nevoeiro que constitui a linha limite do horizonte visual, ele horizonte é muito mais além do que se superficialmente.</p>
<p>Leia ao menos isto:</p>
<p>O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?<br />
“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.<br />
Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica – Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.<br />
COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?<br />
No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.<br />
Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.<br />
BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”<br />
Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.<br />
Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).<br />
Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).<br />
Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.<br />
Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França<br />
A PROMESSA DO &#8220;LAR JUDAICO NACIONAL&#8221;<br />
Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:<br />
“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.<br />
“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.<br />
“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (…). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (…) uma expansão silenciosa, pesarosa (…) uma desolação (…). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas…”.<br />
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.<br />
A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.<br />
A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (…)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.<br />
O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”.<br />
Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.<br />
Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.<br />
História e Significado de &#8220;PALESTINA&#8221; e &#8220;PALESTINOS&#8221; – 2ª PARTE<br />
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Por Joseph E. Katz<br />
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MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?<br />
Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.<br />
Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “…longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram…!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.<br />
O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.<br />
As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.<br />
Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.<br />
DE PALESTINA PARA ISRAEL<br />
O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:<br />
“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (…). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo.&#8221; Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.<br />
“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.<br />
“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.<br />
“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.<br />
“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.<br />
Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.<br />
Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.<br />
Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.<br />
Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.<br />
 Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.<br />
A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA<br />
Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?<br />
À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.<br />
Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?</p>
<p>Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel<br />
Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.<br />
Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.</p>
<p>Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?-</p>
<p>MZandona</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jflavio</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-4/#comment-14343</link>
		<dc:creator>jflavio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 11:48:03 +0000</pubDate>
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		<description>sabemos o mundo inteiro sabe
queestas guerras sao bem antigas,pois os americanos com toda sua riqueza ja poderia ter hevitado tantas mórtes  no oriente médio se eles quiszesem
os amricanos sao exaltados no mundo inteiro como pais rico
em tudo e ficam com os olhos fechado diante de tantas covardias que existe no oriente médio velhos crianças
morrendo vendo suas casas sendo bonbardiadas e muita das vezes sao armamentos vendidos pelos próprios americanos nao preciso falar mais nada,
que ALLAH SEJA COMPLACENTE COM TODO POVO DO ORIENTE MÉDIO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sabemos o mundo inteiro sabe<br />
queestas guerras sao bem antigas,pois os americanos com toda sua riqueza ja poderia ter hevitado tantas mórtes  no oriente médio se eles quiszesem<br />
os amricanos sao exaltados no mundo inteiro como pais rico<br />
em tudo e ficam com os olhos fechado diante de tantas covardias que existe no oriente médio velhos crianças<br />
morrendo vendo suas casas sendo bonbardiadas e muita das vezes sao armamentos vendidos pelos próprios americanos nao preciso falar mais nada,<br />
que ALLAH SEJA COMPLACENTE COM TODO POVO DO ORIENTE MÉDIO</p>
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		<title>Por: Silvia</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-4/#comment-13083</link>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 17:19:40 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei ler diferentes opinioes sobre este tema!pois &quot;Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opiniao formada sobre tudo&quot; entao por isso e que tem dias que sou israel e outros palestina , nao porque sou fraca ou ignorante e porque amo criancas chamada raca humana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei ler diferentes opinioes sobre este tema!pois &#8220;Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opiniao formada sobre tudo&#8221; entao por isso e que tem dias que sou israel e outros palestina , nao porque sou fraca ou ignorante e porque amo criancas chamada raca humana</p>
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	<item>
		<title>Por: M.quintas</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-4/#comment-11771</link>
		<dc:creator>M.quintas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 10:22:38 +0000</pubDate>
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		<description>Meu Deus, não sou nenhum erudito, mas tanta ignorância, tanto radicalismo, e tanta blasfémia, (muita alminha será chamada a contas no dia do juizo final), mas eu mantenho a minha. Acabar a guerra na Palestina? Claro que era possível, bastava tão só os árabes reconhecerem Israel, acho que toda a gente vivia em paz. 
E por favor, escrevam no site, mas vejam lá esse Português, só tenho a quarta classe, mas não tenho medo de escrever ao pé de muito boa gente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu Deus, não sou nenhum erudito, mas tanta ignorância, tanto radicalismo, e tanta blasfémia, (muita alminha será chamada a contas no dia do juizo final), mas eu mantenho a minha. Acabar a guerra na Palestina? Claro que era possível, bastava tão só os árabes reconhecerem Israel, acho que toda a gente vivia em paz.<br />
E por favor, escrevam no site, mas vejam lá esse Português, só tenho a quarta classe, mas não tenho medo de escrever ao pé de muito boa gente.</p>
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	<item>
		<title>Por: FREDERICO SEIDEL</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-4/#comment-10705</link>
		<dc:creator>FREDERICO SEIDEL</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 17:10:55 +0000</pubDate>
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		<description>Acho interessante este assunto e para mim é muito esclarecedor ouvir tanta gente sabia! Mas gostaria de saber o real motivo da raiva de Hitler para com os Judeus? E dizer sobre os dois filhos de Abraão: Isaque e Esmael, será que não tem algo a ver(proféticamente falando), pois Isaque simboliza Israel e Esmael simboliza a Palestina. Deus havia prometido que de Abraão saíria uma grande nação. Gostaria que alguém me esclarecesse melhor. Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho interessante este assunto e para mim é muito esclarecedor ouvir tanta gente sabia! Mas gostaria de saber o real motivo da raiva de Hitler para com os Judeus? E dizer sobre os dois filhos de Abraão: Isaque e Esmael, será que não tem algo a ver(proféticamente falando), pois Isaque simboliza Israel e Esmael simboliza a Palestina. Deus havia prometido que de Abraão saíria uma grande nação. Gostaria que alguém me esclarecesse melhor. Obrigado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: GENE</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-4/#comment-10524</link>
		<dc:creator>GENE</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 20:29:07 +0000</pubDate>
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		<description>IMPOSSÍVEL O RETORNO DA PAZ...TUDO ISSO É PROFÉTICO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>IMPOSSÍVEL O RETORNO DA PAZ&#8230;TUDO ISSO É PROFÉTICO</p>
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	<item>
		<title>Por: mario</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-10466</link>
		<dc:creator>mario</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 10:36:34 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado por partilhar todos estes dados de um conhecimento contemporâneo e que tem a validade que tem. Sempre ajuda quem chega a meio do filme e olha na penumbra para o vizinho do lado e lhe faz a pergunta  &quot; o que está acontecer?&quot;....Reparei que os mapas da palestina apresentados são mapas que mostram quanto ela tem perdido terreno para israel.
 Eu prefiro falar do tempo das tribos separadas e levadas com escravas. Sobre o roubo das terras que pertenciam ao Estado de Israel, no tempo em que ela era governada por David e Salomão...depois todos sabem o que aconteceu.....hoje existem países na área que geograficamente não tinham tanto protagonismo e tamanho....jordãnia, síria, Libano, egipto e sei lá ......
Por outro lado as tribos do Sul (Judá e Benjamim), eram parte de Israel apesar de terem seguido politicamente outro líder.....A Palestina sempre foi parte de Israel...neste contexto....e tb entre primos e irmãos que lutam por heranças, deviamos ter um entendimento diferente daquele que o mundo actual quer fazer crer....eles são um único povo....Os Irlandeses tb tem um problema, os Espanhóis também,e até nós temos, com olivença, os russos,França, etc...Imaginemos que as diferentes facções quisessem a mesma capital....seriam mais palestinas oprimidas espalhadas por este mundo? mas,só se lá houvesse  petróleo ou se o mundo(por outro qualquer motivo) assim o quisesse. Israel agora é indesejado e ponto...que os povos possam viver em paz e com autonomia....e o Tibet, e os povos nativo-americanos....ninguém fala deles?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado por partilhar todos estes dados de um conhecimento contemporâneo e que tem a validade que tem. Sempre ajuda quem chega a meio do filme e olha na penumbra para o vizinho do lado e lhe faz a pergunta  &#8221; o que está acontecer?&#8221;&#8230;.Reparei que os mapas da palestina apresentados são mapas que mostram quanto ela tem perdido terreno para israel.<br />
 Eu prefiro falar do tempo das tribos separadas e levadas com escravas. Sobre o roubo das terras que pertenciam ao Estado de Israel, no tempo em que ela era governada por David e Salomão&#8230;depois todos sabem o que aconteceu&#8230;..hoje existem países na área que geograficamente não tinham tanto protagonismo e tamanho&#8230;.jordãnia, síria, Libano, egipto e sei lá &#8230;&#8230;<br />
Por outro lado as tribos do Sul (Judá e Benjamim), eram parte de Israel apesar de terem seguido politicamente outro líder&#8230;..A Palestina sempre foi parte de Israel&#8230;neste contexto&#8230;.e tb entre primos e irmãos que lutam por heranças, deviamos ter um entendimento diferente daquele que o mundo actual quer fazer crer&#8230;.eles são um único povo&#8230;.Os Irlandeses tb tem um problema, os Espanhóis também,e até nós temos, com olivença, os russos,França, etc&#8230;Imaginemos que as diferentes facções quisessem a mesma capital&#8230;.seriam mais palestinas oprimidas espalhadas por este mundo? mas,só se lá houvesse  petróleo ou se o mundo(por outro qualquer motivo) assim o quisesse. Israel agora é indesejado e ponto&#8230;que os povos possam viver em paz e com autonomia&#8230;.e o Tibet, e os povos nativo-americanos&#8230;.ninguém fala deles?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula Abu-Hazima</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-10412</link>
		<dc:creator>Paula Abu-Hazima</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 11:41:00 +0000</pubDate>
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		<description>Não me surpreendeu o tipo de linguagem e discurso fundamentalista utilizado pelo senhor João Nunes, quanto faltam os conhecimentos...assim temos um exemplo típico de um discurso pró-israelita.
Parabéns ao João Leitão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me surpreendeu o tipo de linguagem e discurso fundamentalista utilizado pelo senhor João Nunes, quanto faltam os conhecimentos&#8230;assim temos um exemplo típico de um discurso pró-israelita.<br />
Parabéns ao João Leitão!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula Abu-Hazima</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-10411</link>
		<dc:creator>Paula Abu-Hazima</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 11:23:42 +0000</pubDate>
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		<description>Júlio Costa,
Tenho a certeza que vai correr tudo bem, e eles vão adorar, além de que vão muito bem acompanhados.Vai ser uma óptima experiência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Júlio Costa,<br />
Tenho a certeza que vai correr tudo bem, e eles vão adorar, além de que vão muito bem acompanhados.Vai ser uma óptima experiência.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana lucia</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-10027</link>
		<dc:creator>Ana lucia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 13:45:30 +0000</pubDate>
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		<description>Júlio Costa, Não deixaria para que eles não fossem mortos por Porcos terroristas Israelenses que se vestem em pele de cordeiro, e na realidade são o verdedairo mal do mundo, infelismente a midia capitalista tenta mostrar o contrario.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Júlio Costa, Não deixaria para que eles não fossem mortos por Porcos terroristas Israelenses que se vestem em pele de cordeiro, e na realidade são o verdedairo mal do mundo, infelismente a midia capitalista tenta mostrar o contrario.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jessyca galileia</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-10019</link>
		<dc:creator>jessyca galileia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 14:45:19 +0000</pubDate>
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		<description>muito legal</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito legal</p>
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	<item>
		<title>Por: Júlio Costa</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-9541</link>
		<dc:creator>Júlio Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 18:51:21 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de saber se deixava que um filho seu com 13 anos, conjuntamente com mais 10 crianças da mesma idade, acompanhadas por 3 professores, fossem passar uma semana à Palestina.
Agradeço a sua sinceridade</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber se deixava que um filho seu com 13 anos, conjuntamente com mais 10 crianças da mesma idade, acompanhadas por 3 professores, fossem passar uma semana à Palestina.<br />
Agradeço a sua sinceridade</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ana felix</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-9510</link>
		<dc:creator>ana felix</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2010 11:01:52 +0000</pubDate>
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		<description>obrigada por nos deixar informação tão útil sobre uma questão tão actual. esta matéria sai no meu teste de história e devo dizer que o livro não a explicitou da forma mais compreensível. a forma como este site aborda a questão é bastante mais directa e acessível. Obrigada e continuação de bons e úteis relatos ! :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>obrigada por nos deixar informação tão útil sobre uma questão tão actual. esta matéria sai no meu teste de história e devo dizer que o livro não a explicitou da forma mais compreensível. a forma como este site aborda a questão é bastante mais directa e acessível. Obrigada e continuação de bons e úteis relatos ! <img src='http://www.joaoleitao.com/viagens/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ariadne</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-9254</link>
		<dc:creator>ariadne</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 00:23:51 +0000</pubDate>
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		<description>essa pagina ate que é un pouco lega&#039;s mais nun é tamto pq nun ten as respostas que eu quero pra bota no meu trabalho de geografia :( bjs dodolo tds que lerem esse coentario :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>essa pagina ate que é un pouco lega&#8217;s mais nun é tamto pq nun ten as respostas que eu quero pra bota no meu trabalho de geografia <img src='http://www.joaoleitao.com/viagens/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  bjs dodolo tds que lerem esse coentario <img src='http://www.joaoleitao.com/viagens/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Silvia</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-8647</link>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 01:58:36 +0000</pubDate>
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		<description>POVO... SO TENHO UMA COISA A DIZER ....ENQUANTO TENTAM ENTENDER O PORQUE DAS GERRAS A TERCEIRA TROMBETA DO ANJO ENVIADO PELO SENHOR JESUS JA FOI TOCADA .... VCS NÃO OUVIRAM? POIS É PORQUE AINDA NÃO CONHECEM JESUS ... A QUARTA TROMBETA VAI TOCAR E SERA QUANDO JESUS IRA ARREBATAR O SEU POVO ( O POVO ESCOLHIDO) SEJA VC TBM O POVO ESCOLHIDO ....A BIBLIA É UM PROJETO DE DEUS PARA A VIDA DO HOMEM E ENQUANTO NÃO ESTIVEREM NESSE PROJETO JAMAIS IRÃO ENTENDER QUE QUANDO O POVO ESCOLHIDO FOR ARREBATADO MAIS SETE ANOS IRÃO AQUI VIVER O POVO DE ISRAEL SERÃO 3,5 DE PAZ E 3,5 DE LUTAS POIS ASSIM DIZ A PALAVRA DO SENHOR INTERPRETADA COM SABEDORIA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>POVO&#8230; SO TENHO UMA COISA A DIZER &#8230;.ENQUANTO TENTAM ENTENDER O PORQUE DAS GERRAS A TERCEIRA TROMBETA DO ANJO ENVIADO PELO SENHOR JESUS JA FOI TOCADA &#8230;. VCS NÃO OUVIRAM? POIS É PORQUE AINDA NÃO CONHECEM JESUS &#8230; A QUARTA TROMBETA VAI TOCAR E SERA QUANDO JESUS IRA ARREBATAR O SEU POVO ( O POVO ESCOLHIDO) SEJA VC TBM O POVO ESCOLHIDO &#8230;.A BIBLIA É UM PROJETO DE DEUS PARA A VIDA DO HOMEM E ENQUANTO NÃO ESTIVEREM NESSE PROJETO JAMAIS IRÃO ENTENDER QUE QUANDO O POVO ESCOLHIDO FOR ARREBATADO MAIS SETE ANOS IRÃO AQUI VIVER O POVO DE ISRAEL SERÃO 3,5 DE PAZ E 3,5 DE LUTAS POIS ASSIM DIZ A PALAVRA DO SENHOR INTERPRETADA COM SABEDORIA.</p>
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	<item>
		<title>Por: joao carlos simoes</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-7860</link>
		<dc:creator>joao carlos simoes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 20:51:22 +0000</pubDate>
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		<description>so ha uma maneira de se resolver esta questao,todos os paises arabes se reunirem e lançar um ataque em massa muito bem elaborado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>so ha uma maneira de se resolver esta questao,todos os paises arabes se reunirem e lançar um ataque em massa muito bem elaborado</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Jesus</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-7704</link>
		<dc:creator>Ana Jesus</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 01:38:49 +0000</pubDate>
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		<description>Olá João Leitão.

Este artigo pareceu-se deveras interessante e como a história da Palestina (Cisjordânia e Faixa de Gaza) versus Israel (parte da Palestina) ainda é um pouco confusa, para muita boa gente, aqui deixo uma pequena história do começo.

Na antiguidade, ao que hoje dá-se o nome de Palestina/Israel, existia uma pequena faixa de território situado entre o rio Jordão (este rio era a fronteira natural da Cisjordânia e da Transjordânia, fazendo esta última parte do reino da Jordânia desde os anos 40 do século passado) e o mar Mediterrâneo.

Este pequeno território ocupado desde os finais do II milénio a.C. pelo povo Hebreu era conhecido por terra de Canaã (A Terra Prometida).

As origens deste povo são apresentadas no Génesis, o primeiro livro bíblico, havendo fontes de textos extra-bíblicos, arqueologia e registos de outros povos. Assim, sucintamente, temos:

- o registo da saída dos Hebreus da Palestina (terra de Canaã) para o Egipto na época patriacal (registos apontam para a chegada destes clãs a Canaã, provenientes do Egipto e Mesopotâmia, na primeira metade do II milénio a.C. (entre os séculos XIX e XVII a.C.);

- a opressão sofrida no Egipto e a sua libertação por Moisés;

- êxodo (saída do Egipto) e a vida no deserto durante 40 anos;

- o pacto entre Deus e o povo Hebreu transcrito em duas placas contendo os 10 mandamentos;

- a Arca da Aliança à frente dos exércitos, comandados pelos juízes, na reconquista de Canaã;

- o início da monarquia com Saul, o &quot;último dos juízes&quot;, proclamado rei no campo de batalha;

- a união das tribos do norte e do sul por David e a criação da capital em Jerusalem;

- com Salomão o período do reino unido (Palestina) terminaria para sempre;

- a divisão em reino de Israel (clãs do norte) e reino de Judá (os clãs a sul);

- as lutas constantes entre os dois reinos (começando com Joás, rei de Israel e o rei Amasias, de Judá) descurando a ameaça assíria (o império neo-assírio da Mesopotâmia que se iniciou com Tiglat Falasar III (745-727 a.C.));

- as crises religiosa, política e social que se faziam sentir no reino de Israel;

- o pedido de ajuda do reino de Judá aos Assírios;

- a destruição do reino de Israel e sua divisão pelos Assírios, levando os hebreus de Israel para outras regiões conquistadas e colocando outros povos conquistados em Israel (política adoptada pelos Assírios) - decorria o ano de 722 a.C.;

- a recusa de Ezequias na continuação de pagamento do tributo aos Assírios e consequente invansão de Judá, fazendo cerco a Jerusalém;

- a total dependência e submissão do reino de Judá aos Assírios desde 701 a.C., impondo o culto ao deus Assur (dos Assírios);

- O Deuteronómio (reforma social para restaurar o ideal da aliança do povo com Deus) de Josias (639-608 a.C.);

- em 605 a.C. dá-se a batalha de Carquemish entre Egipcíos e Babilónios, vencendo estes;

- Jeconias revolta-se contra os Babilónios julgando ter apoio dos Egipcíos e vê, em 597 a.C., Jerusalém cercada sem surgir apoio do Egipto;

- O rei Nabucodonosor colocou no trono Matanias, tio do rei Jeconias, praticando uma política ambígua, ora tanto a favor da Babilónia como do Egipto;

- em 587 a.C., no reinado de Sedecias, o exército babilónio fez cerco a Jerusalém durante vários meses;

- o período entre 587-539 a.C. é conhecido como o &quot;cativeiro da Babilónia&quot;. Após o saque e destruição de Jerusalém, a família real é aprisionada na Babilónia;

- conquista da Babilónia pelo rei persa Ciro e a mando deste dá-se a libertação do povo Hebreu, a reconstrução do templo em Jerusalém e a restituição dos objectos destruídos pelos Babilónios;

- o templo reconstruído entre 520 e 515 a.C. desanimaria os que conheceram o primeiro, tal como a falta dum rei descendente da dinastia davídica, mas apesar de tudo o povo Hebreu iniciaria uma nova vida;

- acabaram por ser dominados pelos Macedónios e pelos Romanos;

- em 70 d.C. o imperador romano Tito destruiria o templo e Jerusalém.

Conclusão:

Fica ao vosso critério... ;)

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá João Leitão.</p>
<p>Este artigo pareceu-se deveras interessante e como a história da Palestina (Cisjordânia e Faixa de Gaza) versus Israel (parte da Palestina) ainda é um pouco confusa, para muita boa gente, aqui deixo uma pequena história do começo.</p>
<p>Na antiguidade, ao que hoje dá-se o nome de Palestina/Israel, existia uma pequena faixa de território situado entre o rio Jordão (este rio era a fronteira natural da Cisjordânia e da Transjordânia, fazendo esta última parte do reino da Jordânia desde os anos 40 do século passado) e o mar Mediterrâneo.</p>
<p>Este pequeno território ocupado desde os finais do II milénio a.C. pelo povo Hebreu era conhecido por terra de Canaã (A Terra Prometida).</p>
<p>As origens deste povo são apresentadas no Génesis, o primeiro livro bíblico, havendo fontes de textos extra-bíblicos, arqueologia e registos de outros povos. Assim, sucintamente, temos:</p>
<p>- o registo da saída dos Hebreus da Palestina (terra de Canaã) para o Egipto na época patriacal (registos apontam para a chegada destes clãs a Canaã, provenientes do Egipto e Mesopotâmia, na primeira metade do II milénio a.C. (entre os séculos XIX e XVII a.C.);</p>
<p>- a opressão sofrida no Egipto e a sua libertação por Moisés;</p>
<p>- êxodo (saída do Egipto) e a vida no deserto durante 40 anos;</p>
<p>- o pacto entre Deus e o povo Hebreu transcrito em duas placas contendo os 10 mandamentos;</p>
<p>- a Arca da Aliança à frente dos exércitos, comandados pelos juízes, na reconquista de Canaã;</p>
<p>- o início da monarquia com Saul, o &#8220;último dos juízes&#8221;, proclamado rei no campo de batalha;</p>
<p>- a união das tribos do norte e do sul por David e a criação da capital em Jerusalem;</p>
<p>- com Salomão o período do reino unido (Palestina) terminaria para sempre;</p>
<p>- a divisão em reino de Israel (clãs do norte) e reino de Judá (os clãs a sul);</p>
<p>- as lutas constantes entre os dois reinos (começando com Joás, rei de Israel e o rei Amasias, de Judá) descurando a ameaça assíria (o império neo-assírio da Mesopotâmia que se iniciou com Tiglat Falasar III (745-727 a.C.));</p>
<p>- as crises religiosa, política e social que se faziam sentir no reino de Israel;</p>
<p>- o pedido de ajuda do reino de Judá aos Assírios;</p>
<p>- a destruição do reino de Israel e sua divisão pelos Assírios, levando os hebreus de Israel para outras regiões conquistadas e colocando outros povos conquistados em Israel (política adoptada pelos Assírios) &#8211; decorria o ano de 722 a.C.;</p>
<p>- a recusa de Ezequias na continuação de pagamento do tributo aos Assírios e consequente invansão de Judá, fazendo cerco a Jerusalém;</p>
<p>- a total dependência e submissão do reino de Judá aos Assírios desde 701 a.C., impondo o culto ao deus Assur (dos Assírios);</p>
<p>- O Deuteronómio (reforma social para restaurar o ideal da aliança do povo com Deus) de Josias (639-608 a.C.);</p>
<p>- em 605 a.C. dá-se a batalha de Carquemish entre Egipcíos e Babilónios, vencendo estes;</p>
<p>- Jeconias revolta-se contra os Babilónios julgando ter apoio dos Egipcíos e vê, em 597 a.C., Jerusalém cercada sem surgir apoio do Egipto;</p>
<p>- O rei Nabucodonosor colocou no trono Matanias, tio do rei Jeconias, praticando uma política ambígua, ora tanto a favor da Babilónia como do Egipto;</p>
<p>- em 587 a.C., no reinado de Sedecias, o exército babilónio fez cerco a Jerusalém durante vários meses;</p>
<p>- o período entre 587-539 a.C. é conhecido como o &#8220;cativeiro da Babilónia&#8221;. Após o saque e destruição de Jerusalém, a família real é aprisionada na Babilónia;</p>
<p>- conquista da Babilónia pelo rei persa Ciro e a mando deste dá-se a libertação do povo Hebreu, a reconstrução do templo em Jerusalém e a restituição dos objectos destruídos pelos Babilónios;</p>
<p>- o templo reconstruído entre 520 e 515 a.C. desanimaria os que conheceram o primeiro, tal como a falta dum rei descendente da dinastia davídica, mas apesar de tudo o povo Hebreu iniciaria uma nova vida;</p>
<p>- acabaram por ser dominados pelos Macedónios e pelos Romanos;</p>
<p>- em 70 d.C. o imperador romano Tito destruiria o templo e Jerusalém.</p>
<p>Conclusão:</p>
<p>Fica ao vosso critério&#8230; <img src='http://www.joaoleitao.com/viagens/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: amandio antunes</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-7546</link>
		<dc:creator>amandio antunes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 00:41:30 +0000</pubDate>
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		<description>se os  judes chegaram `a terra chamada Israel em 1250ac,e se actualmente ocupam territórios que eram da Palestina,onde é que eles fixaram-se este nestes longos anos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>se os  judes chegaram `a terra chamada Israel em 1250ac,e se actualmente ocupam territórios que eram da Palestina,onde é que eles fixaram-se este nestes longos anos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: deolinda pinto</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-7461</link>
		<dc:creator>deolinda pinto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 08:00:33 +0000</pubDate>
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		<description>gostaria saber de formar suscinta a história real do conflito israelo-palestina na vertente bíblica</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostaria saber de formar suscinta a história real do conflito israelo-palestina na vertente bíblica</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Albert Einstein</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-7265</link>
		<dc:creator>Albert Einstein</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:07:10 +0000</pubDate>
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		<description>Maria Valente
Nós brasileiros, assim como o povo de Israel que luta pelo que lhe é de direito,  a terra, também poderíamos tomar o que nos é de direito, todas as riquezas que o povo português saqueou do Brasil. E quem deveria pedir a terra de volta não seria o povo português e sim os povos índigenas que aqui habitavam em grande quantidade muito antes . espero que você saiba falar a verdadeira língua mãe o latim!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Valente<br />
Nós brasileiros, assim como o povo de Israel que luta pelo que lhe é de direito,  a terra, também poderíamos tomar o que nos é de direito, todas as riquezas que o povo português saqueou do Brasil. E quem deveria pedir a terra de volta não seria o povo português e sim os povos índigenas que aqui habitavam em grande quantidade muito antes . espero que você saiba falar a verdadeira língua mãe o latim!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sergio L</title>
		<link>http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/comment-page-3/#comment-7249</link>
		<dc:creator>Sergio L</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:43:47 +0000</pubDate>
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		<description>Se foi Hitler, austríaco e alemão, que mandou assassinar os judeus, o correto era que a ONU desse um pedaço da Alemanha, Polonia e Austria como pagamento aos judeus. 
Metade das crises do medio-oriente não existiria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se foi Hitler, austríaco e alemão, que mandou assassinar os judeus, o correto era que a ONU desse um pedaço da Alemanha, Polonia e Austria como pagamento aos judeus.<br />
Metade das crises do medio-oriente não existiria.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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