
Página principal
Acerca do Site
Acerca do Autor
Países Visitados
Teste a sua Geografia!
Mapa Mundi
Notícias do Mundo
Você sabia que?
Quem está a ver o site agora?!
Página arquivada em: Notícias 28.03.2008 - 10h58 AFP | in PUBLICO | Foto Adrees Latif/Reuters
O Dalai Lama, líder espiritual dos tibetanos no exílio, lançou hoje em Nova Deli um novo apelo para renovar o diálogo com a China, a fim de resolver a crise no Tibete. Esta manhã, jovens tibetanos invadiram um edifício da ONU em Katmandu. Quarenta foram detidos.
“Expresso a minha vontade junto das autoridades chinesas para que trabalhemos em conjunto para conseguir a paz e a estabilidade”, declarou o Dalai Lama numa mensagem dirigida às suas “irmãs e irmãos chineses”.
“Apelo aos dirigentes da República Popular da China a compreenderem a minha posição e a trabalharem na resolução destes problemas”, acrescentou o líder tibetano que vive exilado no Norte da Índia desde 1959.
“Apelo aos dirigentes chineses para que mostrem sabedoria e abram um diálogo significativo com o povo tibetano”, continuou.
Na semana passada, o Dalai Lama já tinha apelado ao diálogo com Pequim e expressou a sua vontade em reunir-se com o Presidente chinês Hu Jintao, assim que terminar a crise no Tibete.
Esta manhã, um grupo de jovens tibetanos exilados no Nepal invadiu um edifício das Nações Unidas em Katmandu, informou a polícia. Quarenta pessoas foram detidas e levadas nas carrinhas da polícia.
A capital nepalesa é palco de manifestações diárias de refugiados tibetanos desde que eclodiram, a 10 de Março, os problemas no Tibete. Mais de 400 pessoas foram detidas no início da semana.
Desta vez, um grupo de 18 estudantes, gritando “liberdade para o Tibete”, conseguiu romper um cordão policial e saltaram os muros do edifício da ONU, que monitoriza o processo de paz no Nepal.
“Queremos que as Nações Unidas investiguem a repressão chinesa ao Tibete”, disse Tenzing Topjor, 15 anos, antes de ser levado pelos polícias.
27.03.2008 - 12h16 AFP | in PUBLICO | Foto The Central News Agency/Reuters
Um grupo de 30 a 40 monges tibetanos perturbou hoje uma visita de 26 jornalistas estrangeiros a Lhasa, organizada pelas autoridades chinesas, para expressar o seu apoio ao Dalai Lama.
Os monges interromperam um responsável do templo de Jokhang - no centro histórico da capital tibetana, onde tiveram lugar os confrontos de 14 de Março – que dava a versão oficial sobre a situação no Tibete ao primeiro grupo de jornalistas autorizados a entrar em Lhasa depois dos confrontos.
“Queremos a liberdade, queremos o Dalai Lama”, gritaram, acusando as autoridades chinesas de estarem a mentir sobre a situação no Tibete.
As autoridades chinesas acusam o líder espiritual tibetano de ter orquestrado as manifestações do início deste mês em Lhasa, com o objectivo de levar vários países a boicotar os Jogos Olímpicos. “O Dalai Lama não teve nada a ver” com os motins, de dia 14, garantiu um monge aos jornalistas estrangeiros, enquanto outro, visivelmente consternado, lamentava “o Tibete não é livre, o Tibete não é livre”.
Pouco depois, o grupo de jornalistas – maioritariamente americanos e asiáticos - foi convidado a sair do templo pelos organizadores da visita.
Horas depois da visita, a área em redor do Templo de Jokhang foi selada pela polícia anti-motim, não sendo possível apurar se algum dos monges foi detido.
27.03.2008 - 11h19 AFP | in PUBLICO | Foto Claro Cortes IV/Reuters
O primeiro-ministro polaco Donald Tusk anunciou hoje que não pretende assistir à cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos em Pequim, devido à situação no Tibete.
“Não tenho intenção de participar na cerimónia de abertura dos Jogos em Pequim”, declarou Tusk ao jornal diário polaco “Dziennik”.
“A presença de políticos na inauguração deste jogos parece-me inoportuna”, acrescentou.
Ontem, o Presidente checo Vaclav Klaus anunciou uma decisão semelhante, no seu site pessoal, http://www.klaus.cz.
Varsóvia pretende lançar uma iniciativa diplomática no seio da União Europeia, “para suscitar um maior interesse por este problema”, revelou hoje o Ministério polaco dos Negócios Estrangeiros. “Por enquanto é uma iniciativa muito informal”, comentou o porta-voz do Ministério, Piotr Paszkowski, recusando-se a dar mais informações.
O presidente do comité olímpico polaco, Piotr Nurowski, declarou que os atletas polacos em “qualquer sanção” na Polónia pelas suas eventuais declarações públicas em Pequim relativamente aos Direitos Humanos na China. “A Carta Olímpica fala do respeito pela dignidade humana, nomeadamente os direitos do Homem”, salientou Nurowski.
A China acusa o Dalai Lama de ter organizado os confrontos no Tibete para sabotar os Jogos Olímpicos de Pequim, em Agosto.
que lindo-:)
já passou da hora dos pises poderosos ajudarem e não ficar com pressão sobre os mesmo
Comente esta página ou entre em contacto comigo atraves desta caixa de comentários. Por favor comente numa página relevante com o assunto que está a escrever. Não me faça perguntas sobre Marrocos numa página sobre os Estados Unidos, ou na página do "Sobre o Autor". Tentarei responder ao seu comentário o mais breve possível. Obrigado.
Gostou deste site? Quer contribuir? Quer agradecer-me? Compre o meu livro! Livro Receitas Vegetarianas
© 2008 Copyright João Leitão