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Página arquivada em: Notícias 28.03.2008 - 09h45 AFP | in PUBLICO | Foto Kareem Raheem/Reuters
O Governo iraquiano decidiu prolongar por dez dias o prazo do ultimato dado aos milicianos de Moqtada al-Sadr, que combatem na cidade de Bassorá, no Sul do país, para entregarem as suas armas.
Os milicianos que entregarem as armas antes de 8 de Abril receberão “recompensas financeiras”, anunciou hoje o primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki.
Os confrontos entre as milícias xiitas e as tropas iraquianas, que começaram em Bassorá a 25 de Março, já fizeram, pelo menos, 120 vítimas mortais por todo o país, segundo um balanço provisório das forças de segurança.
Esta manhã, as ruas de Bagdad estavam vazias e as lojas encerradas. Na cidade vigora um recolher obrigatório que deve ser mantido até à manhã de domingo.
As tropas governamentais lançaram uma operação, no dia 25 de Março, contra aqueles que são designados por Maliki como os “criminosos” que aterrorizam as populações civis. Esta ofensiva tomou como alvo os bastiões da milícia de Moqtada al-Sadr, o Exército de Mahdi, cujos representantes acusaram o Governo de os tentar eliminar.
27.03.2008 - 17h50 Agências | in PUBLICO | Foto Mohammed Ameen/Reuters
O Presidente norte-americano elogiou a operação desencadeada pelo Governo iraquiano contra a milícia leal ao líder radical xiita, Moqtada al-Sadr, dizendo tratar-se de um exemplo de que Bagdad começa a assumir as suas responsabilidades em matéria de segurança.
“A arrojada decisão do primeiro-ministro [Nuri] Maliki de perseguir os grupos ilegais em Bassorá mostra a sua liderança e o seu empenho em impor a legalidade”, declarou George W. Bush, durante um discurso em Dayton, um dos vários programados para assinalar o quinto aniversário da invasão do Iraque.
O Presidente americano admite que a luta contra os “milicianos e criminosos em Bassorá, muitos dos quais receberam armas, treino e financiamento do Irão” será demorada mas, no final, “os extremistas saberão que não têm lugar numa sociedade livre e democrática”.
Numa altura em que se avolumam os pedidos para a retirada militar do Iraque, Bush insiste que o repatriamento deve ser feito à medida que as forças de segurança iraquianas sejam capazes de assumir o controlo do país. A operação em Bassorá, “demonstra os progressos feitos pelas forças de segurança iraquiana”, sublinhou Bush, lembrando que no último ano o país registou também importantes melhorias políticas e económicas.
Terça-feira, o Exército iraquiano desencadeou uma operação de grande envergadura em Bassorá contra os bastiões do Exército de Madhi, a milícia criada por Sadr em 2003. Os combates, que se estenderam a outras cidades do Sul do país e também aos subúrbios xiitas de Bagdad, terão provocado perto de 130 mortos, incluindo civis, mas o desfecho da contenda permanece incerto.
Ontem, o primeiro-ministro iraquiano, que se encontra em Bassorá a acompanhar a operação, deu um prazo de 72 horas para os milicianos se renderem, ameaçando os que não cumpram a ordem com “graves punições”. Sadr rejeitou o ultimato e exigiu negociações para resolver a crise na cidade, voltando a acusar o Governo de estar a interceder em favor da milícia xiita rival na luta pelo controlo da região, onde estão concentradas a maioria das reservas petrolíferas do país.
27.03.2008 - 11h00 AFP | in PUBLICO | Foto Stringer/Reuters
Esta madrugada, os confrontos entre as milícias xiitas e as forças de segurança iraquianas fizeram 44 mortos na cidade xiita de Kut, 170 quilómetros a Sudeste de Bagdad, anunciou o chefe da polícia local, o general Abdul Hanin Al-Amara.
Os confrontos, que começaram pouco depois da meia-noite, fizeram ainda 75 feridos. Entre os mortos estão quatro polícias, acrescentou Abdul Hanin Al-Amara, segundo o qual a polícia já tem a situação controlada.
“As forças iraquianas receberam o apoio das tropas norte-americanas”, garantiu o polícia.
O governo de Bagdad lançou na terça-feira uma vasta operação, chamada “Sawlat al-Fursan” (Ataque dos Cavaleiros) para travar a milícia do líder radical xiita Moqtada Sadr, do Exército de Mahdi. A operação começou em Bassorah, grande porto petrolífero 550 a Sul de Bagdad, mas os confrontos propagaram-se ao resto do Sul do país e nos bairros xiitas de Bagdad.
O balanço provisório dos confrontos aponta para, pelo menos, 98 mortos e centenas de feridos.
vai si fuder …
so vim aqui para fazer trabalho..
soca essa pagina no seu cu..
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