KrishnamurtiOUÇA-SE...SEJA VOCÊ MESMO...VIVA...AME # LOVE = EVOL .
POWER Diário de Viagens
Viagem, Informação, Fotografias, Jornalismo, Noticias, Videos, Museus, Monumentos, Transportes, Alojamento, Mapas
Escreva email para saber das novidades:

Procure o que quer achar no site:

Diário de Viagens por País, Território e Região Autónoma

China confirma ter vendido armas ao Zimbabwe e defende legalidade do negócio

O Zimbabwe vive actualmente um clima de tensão, uma vez que a comissão eleitoral do país ainda não divulgou os resultados das eleições presidenciais de 29 de Março21.04.2008 – 13h32 Lusa | in PUBLICO | Foto: Reuters (arquivo)

A China admitiu hoje ter vendido ao governo do Zimbabwe as armas a bordo do navio chinês em rota para Angola, com Pequim a defender a legalidade do negócio depois de Moçambique ter recusado à embarcação licença para aportar.

“A venda de armas chinesas ao Zimbabwe é legal. A imprensa ocidental está simplesmente a usar o assunto para pressionar a China”, diz hoje a agência noticiosa estatal chinesa Nova China, que cita declarações de Guo Xiaobin, investigador do Instituto de Relações Internacionais Contemporâneas da China, uma instituição estatal.

A Nova China não comenta, porém, o facto de o navio An Yue Jiang, que carrega o armamento, ter abandonado águas sul-africanas na sexta-feira, depois de um tribunal sul-africano ter recusado que as armas fossem transportadas através do país para o Zimbabwe.

O An Yue Jiang navega agora em direcção a Angola, onde espera aportar em Luanda, segundo disse Paulo Zucula, ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, país que recusou a entrada da embarcação que transporta seis contentores de armamento chinês.

“Sabemos que o registo do seu próximo destino explicita Luanda porque não permitimos que penetrasse em águas moçambicanas sem diligências prévias”, disse Zucula.

Contactado pela a Lusa, o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês recusou-se hoje a fazer qualquer comentário, quer sobre a venda de armas ao Zimbabwe, quer sobre o itinerário do An Yue Jiang.

“Essas perguntas deverão ser feitas amanhã durante a conferência de imprensa de rotina do nosso Ministério”, disse um funcionário do gabinete do porta-voz da diplomacia chinesa, que não se identificou.

Entre as armas transportadas encontram-se três milhões de munições para as espingardas automáticas AK-47, 1500 RPG (morteiros com auto-propulsão) e mais de três mil granadas de morteiro.

O supremo tribunal de Durban, na África do Sul, recusou permissão para o transporte do armamento para o Zimbabwe, que não tem acesso ao mar, por recear que a carga do An Yue Jiang possa alimentar a crise no Zimbabwe.

Em Fevereiro, um relatório da Comissão dos Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu apelou à União Europeia para que pressione a China a deixar de vender armas aos países africanos e ao Zimbabwe em particular.

O Zimbabwe vive actualmente um clima de tensão, uma vez que a comissão eleitoral do país ainda não divulgou os resultados das eleições presidenciais de 29 de Março.

A oposição no Zimbabwe afirma que pelo menos dez pessoas foram mortas desde 29 de Março, e desde então cerca de 400 militantes da oposição foram detidos, três mil pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas e mais de 500 hospitalizadas.

Post to Twitter Twitter Post to Plurk Plurk Post to Yahoo Buzz Buzz Post to Delicious Delicious Post to Digg Digg Post to Facebook Facebook Post to MySpace MySpace Post to Ping.fm Ping Post to Reddit Reddit Post to StumbleUpon Stumble


Gostou desta página? Veja outras acerca do mesmo assunto:


Deixe um comentario nesta pagina

Qualquer duvida ou ajuda sobre algum destino ou algo que precise de saber contacte-me sff. Nao me faca perguntas sobre o "Senegal" numa pagina sobre os "Estados Unidos", ou na pagina do "Sobre o Autor". Comente nas paginas relevantes com o que esta a comentar / perguntar. Normalmente respondo a todos os comentarios, mas, isto agora anda dificil e ja tenho mais de 250 comentarios em lista de espera. Tentarei responder ao seu comentario o mais breve possivel.