Diário de Viagens
Viagem, Informação, Fotografias, Jornalismo, Notícias, Videos, Museus, Monumentos, Alojamento, Mapas
Página principal Acerca do Site Acerca do Autor Países Visitados Teste a sua Geografia! Mapa Mundi Notícias do Mundo Você sabia que? Quem está a ver o site agora?!
Diário de Viagens por País
Alemanha | Áustria | Bulgária | Canadá | Cazaquistão | Croácia | Cuba | Egipto | Eslováquia | Espanha | Estados Unidos | Estónia | Finlândia | França | Gâmbia | Gibraltar | Grécia | Hungria | Islândia | Irão | Israel | Jordânia | Letónia | Liechtenstein | Lituânia | Luxemburgo | Macedónia | Mali | Marrocos | Mauritânia | Palestina | Polónia | Portugal | República Checa | Roménia | Rússia | Saara Ocidental | Senegal | Suécia | Suiça | Turquia | Uzbequistão


Portugal: José Sócrates destaca “grande consenso político e social em torno do Tratado de Lisboa”

Página arquivada em: Notícias
portugal-jose-socrates-destaca-%e2%80%9cgrande-consenso-politico-e-social-em-torno-do-tratado-de-lisboa%e2%80%9d

Foi da esquerda que partiram mais críticas ao novo Tratado23.04.2008 - 16h24 Sofia Branco | in PUBLICO | Foto: Daniel Rocha (arquivo)

O primeiro-ministro abriu hoje a sessão plenária que ratificará o Tratado de Lisboa na Assembleia da República, vincando que existe “um grande consenso político e social em torno do Tratado de Lisboa”.

O Tratado de Lisboa, sublinhou, “traz os instrumentos necessários para dar mais peso e coerência à política externa e de segurança da União”, reforçando a cidadania europeia e melhorando a arquitectura institucional e o processo de decisão. Lembrando que é “socialista”, José Sócrates destacou “os avanços” decorrentes da Carta dos Direitos Fundamentais.

Sublinhando que o Tratado de Lisboa “é uma vitória da Europa”, da sua “visão política”, dos seus “valores”, da sua “abertura” ao mundo, José Sócrates sublinhou que o Tratado de Lisboa “foi concluído e assinado durante a presidência portuguesa” da União Europeia.

“Se estamos hoje a aprovar o novo Tratado de Lisboa, e a não crise europeia, devemo-lo também ao facto de Portugal e a diplomacia portuguesa terem sabido estar à altura das suas responsabilidades e terem sabido ser, no momento certo, ambiciosos, determinados e competentes”, afirmou, congratulando-se com o facto de a ratificação parlamentar se realizar na antevéspera do 25 de Abril. “É uma forma particularmente feliz de comemorar a revolução democrática!”, vincou. “Por isso, devemos estar também no primeiro grupo de Estados-membros a ratificar o Tratado de Lisboa” (Portugal torna-se hoje no décimo país a fazê-lo).

Nas perguntas que se seguiram, o líder da bancada do PSD, Pedro Santana Lopes, comungou da visão da ratificação do Tratado de Lisboa como um “dia marcante” e sublinhou que os sociais-democratas estão “unidos no propósito” de ultrapassar o “impasse” europeu. Contudo, diz que “é bom” pensar agora “no que se vai seguir”, reconhecendo, da parte da oposição e do Governo, “algum défice no que vai ser o posicionamento futuro” sobre “a transferência de soberania em determinadas matérias” para a UE.

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, atribuiu “mérito” e “talento” à diplomacia portuguesa para ultrapassar o “impasse” europeu e considerou o Tratado de Lisboa um documento “realista, moderado, que é um compromisso”. Por outro lado, voltou a dizer que foi “um erro enorme” não o submeter a um referendo. “Havia compromissos junto do eleitorado que deviam ter sido cumpridos. Quando há transferências de soberania significativas deve ser a fonte de soberania a autorizá-las”, vincou.

É, portanto, com a oposição de esquerda que o Governo mais entra em choque. Sócrates acusa-a de estar “presa a preconceitos”.

“Consideramos que houve uma parte da Europa, dos poderosos e dos grandes interesses, que ganhou”, mas “Portugal perdeu peso institucional e soberania”, “não conseguiu nem um pequeno ganho em relação ao conteúdo do Tratado”, considerou o líder da bancada do PCP, Jerónimo de Sousa, que se indignou com a referência do primeiro-ministro à “revolução dos cravos. “Do 25 de Abril resultou uma Constituição, que afirma como princípio fundamental a soberania nacional”, recordou.

“Quando a Europa ganha, Portugal também ganha, esta é a minha visão dos interesses nacionais”, retorquiu Sócrates, realçando que a defesa da soberania nacional passa hoje por uma “visão partilhada” e não pelo “orgulhosamente sós do passado”. “Eu gosto da palavra pátria”, garantiu, reclamando, porém, um “patriotismo progressista”.

Já Francisco Louçã, disse que o Tratado “propõe uma Europa diminuída, que seja uma embaixadora de George W. Bush, do liberalismo mais agressivo”.


Gostou desta página? Veja outras acerca do mesmo assunto:

Deixe um comentário nesta página

Comente esta página ou entre em contacto comigo atraves desta caixa de comentários. Por favor comente numa página relevante com o assunto que está a escrever. Não me faça perguntas sobre Marrocos numa página sobre os Estados Unidos, ou na página do "Sobre o Autor". Tentarei responder ao seu comentário o mais breve possível. Obrigado.


O meu blog de receitas: Receitas Vegetarianas | Outro site meu: Marrakech Travel Guide | O meu Myspace: Myspace | Uma entrevista sobre mim: Nucool’s Weblog
Gostou deste site? Quer contribuir? Quer agradecer-me? Compre o meu livro! Livro Receitas Vegetarianas

who's online | | sitemap © 2008 Copyright João Leitão