Diário de Viagens
Viagem, Informação, Fotografias, Jornalismo, Notícias, Videos, Museus, Monumentos, Alojamento, Mapas
Onde estou eu agora? Onde estou agora? Dunas de Erg Chebbi, Marrocos
Página principal Acerca do Site Acerca do Autor Países Visitados Teste a sua Geografia! Mapa Mundi Notícias do Mundo Você sabia que? Quem está a ver o site agora?!
Diário de Viagens por País
Alemanha | Áustria | Bulgária | Canadá | Cazaquistão | Croácia | Cuba | Egipto | Eslováquia | Espanha | Estados Unidos | Estónia | Finlândia | França | Gâmbia | Gibraltar | Grécia | Hungria | Irão | Israel | Jordânia | Letónia | Liechtenstein | Lituânia | Luxemburgo | Macedónia | Mali | Marrocos | Mauritânia | Palestina | Polónia | Portugal | República Checa | Roménia | Rússia | Saara Ocidental | Senegal | Sérvia | Suécia | Suiça | Turquia | Uzbequistão


Estados Unidos: Bush faz piadas sobre aspirantes democratas no jantar anual dos correspondentes da Casa Branca

Página arquivada em: Notícias
estados-unidos-bush-faz-piadas-sobre-aspirantes-democratas-no-jantar-anual-dos-correspondentes-da-casa-branca

Bush teve ainda tempo para uma direcção improvisada da banda de marines27.04.2008 - 10h56 Agências | in PUBLICO

O jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, o evento social por excelência de Washington, é sempre palco para divertidos discursos presidenciais. Este ano não foi excepção. George W. Bush pegou na batuta para dirigir a orquestra e fez piadas com os candidatos democratas à presidência do país: Hillary Clinton e Barack Obama.

Bush indicou, com humor, que Hillary Clinton não esteve presente na cerimónia porque se tinha deparado, à entrada, com o “fogo de franco-atiradores” e que Obama também não esteve porque ficara a rezar na sua Igreja.

Com estes comentários, Bush tocou em dois dos assuntos mais falados nos últimos meses da campanha democrata: no caso de Hillary a polémica gira em torno do seu confuso relato de uma viagem à Bósnia, em 1996, durante a qual, segundo disse, tinha sido recebida com tiros de franco-atiradores, embora as imagens de arquivo revelassem que a sua chegada decorreu na mais absoluta normalidade. No caso de Obama, Bush referia-se à incendiária retórica do ex-reverendo do candidato, Jeremiah Wright, que o obrigou a demarcar-se das suas posições.

Mas Bush teve ainda uma palavra para o candidato republicano à Casa Branca. “O senador [John] McCain não está aqui (…) Provavelmente quer distanciar-se um pouco de mim. Não é o único. A Jenna também se está a mudar”, ironizou, em referência à sua filha, que se casa no próximo mês.

O jantar atraiu uma audiência muito eclética, reunindo na mesma sala, por exemplo, a estilista de moda Donatella Versace, o escritor Salman Rushdie e o director da CIA Michael Hayden. Bush não deixou passar em claro essa combinação variada de convidados, e disse que o facto de Pamela Anderson e o ex-aspirante republicano à Casa Branca, Mitt Romney - conhecido pela sua fé mórmon - estarem juntos debaixo do mesmo tecto só podia ser “um sinal do Apocalipse”.

Estavam igualmente representadas algumas das mais importantes figuras da Administração norte-americana, como a secretária de Estado Condoleezza Rice, o juiz do Supremo Tribunal Antonin Scalia e o secretário da Segurança Nacional, Michael Chertoff.

O ensaiado discurso de Bush foi ambientado com vários vídeos de discursos seus de anos anteriores e a sua participação concluiu com a direcção improvisada da banda de “marines”.

O comediante escocês-americano Craig Ferguson, apresentador do programa humorístico “The Late Late Show”, da cadeia de televisão CBS, também fez as honras enquanto humorista de serviço e sugeriu a Bush - criticado por passar demasiado tempo afastado da Casa Branca - que poderá depois da sua retirada, em Novembro, procurar um trabalho em que lhe dessem mais férias.

O humorista referiu-se ainda à ausêntia do diário “The New York Times” no jantar, que cancelou a sua participação por considerar que essa relação tão estreita entre os jornalistas e as suas fontes não é recomendável para a credibilidade dos meios de comunicação. Num golpe baixo ao influente jornal, Ferguson considerou que o que, na sua opinião, retira credibilidade aos jornais são pessoas como Jayson Blair - um jornalista do diário que inventava as suas fontes e histórias - e Judith Miller, que “embarcou” na teoria da Casa Branca, que afirmava que o Iraque teria armas de destruição maciça, alegação que acabou por nunca se provar.

O jantar anual dos correspondentes da Casa Branca começou em 1920 e já contou com a participação de numerosos presidentes.


Gostou desta página? Veja outras acerca do mesmo assunto:

Deixe um comentário nesta página

Comente esta página ou entre em contacto comigo atraves desta caixa de comentários. Por favor comente numa página relevante com o assunto que está a escrever. Não me faça perguntas sobre Marrocos numa página sobre os Estados Unidos, ou na página do "Sobre o Autor". Tentarei responder ao seu comentário o mais breve possível. Obrigado.


O meu blog de receitas: Receitas Vegetarianas | Outro site meu: Marrakech Travel Guide | O meu Myspace: Myspace | Uma entrevista sobre mim: Nucool’s Weblog
Gostou deste site? Quer contribuir? Quer agradecer-me? Compre o meu livro! Livro Receitas Vegetarianas

who's online | | sitemap © 2008 Copyright João Leitão