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Composição – Aprender Fotografia parte 5

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Composição em Fotografia
Composição em Fotografia

O que é a Composição?

É a forma como uma parcela do mundo que os nossos olhos vêem é incluída e ordenada no espaço mais restrito de uma fotografia. O que vamos deixar de fora? Queremos realçar um objecto em especial ou pretendemos incluir o máximo de elementos possíveis na imagem sem os hierarquizar? E depois, como os arrumamos? Como eliminamos elementos que vão distrair a nossa audiência do essencial, do que queremos destacar?

Tudo isto são questões que se relacionam com a arte da composição fotográfica.

Agora, antes de prosseguir é importante deixar claro que nisto da fotografia, como arte que é, se deve ter cuidado com regras rígidas. Muitos dos princípios de composição fotográfica são usados há centenas de anos em diferentes formas de arte. Mas o que importa é a expressão do que o viajante quis transmitir ou registar no momento do disparo. Por vezes trata-se de uma fotografia intima, no sentido que é tirada apenas para usufruto do fotógrafo, sem preocupações com a sua aceitação por uma audiência. Noutros casos pretende-se fazer arte, solta de parâmetros e de espartilhos, obter-se algo criativo, até, quem sabe, um pouco louco.

Contudo, se a ideia é agradar ao maior número possível de pessoas, satisfazer uma audiência, pensar no sucesso público de uma fotografia, então nesse caso será melhor aplicar alguns métodos e técnicas que de uma forma ou de outra, de uma maneira mais evidente ou mais subtil, contribuem para o agrado de quem mais tarde observa a imagem.

A Regra dos Terços

Esta é a mais famosa das regras de composição, mas como qualquer uma das outras, não é para ser seguida cegamente. Apenas se quiser, se a sua intuição e, com o tempo, a sua experiência, lhe disser que o deve fazer.

Basicamente consiste em dividir a imagem em nove áreas ou espaços de tamanho semelhante. Três linhas, três colunas. Pode fazê-lo mentalmente, mas quase todas as câmaras permitem visualizar no ecrã as linhas que formam estes nove espaços, o que ajuda sempre a visualizar o espaço da composição.

A ideia é depois colocar os elementos focais da fotografia que pretendemos obter sobre estas linhas ou, melhor ainda, nos pontos onde estas se cruzam. E pelo caminho, a regra dos terços ajuda-nos a evitar uma tendência natural mas que não resulta tão bem como parece à partida: a de colocarmos o objecto principal da imagem justamente no seu centro.

A verdade é que tem lógica. Pois não é o objecto central da nossa composição? Então é no centro que deve ficar. Só que na prática, uma colocação deste género retira impacto à imagem no seu todo e o que pretendemos realçar acaba por ficar desvalorizado. O ideal é mesmo colocar o elemento principal na intersecção das linhas, de preferência do lado direito, como veremos abaixo.

No âmbito desta regra, tentaremos alinhar o horizonte com uma das duas linhas longitudinais dos terços.

Mas, claro, isto é uma orientação genérica que pode ou não resultar no contexto específico de cada fotografia. Mais uma vez, use as regras com conta peso e medida.

Margens Limpas

É muito importante, e diria mesmo que é um dos casos em que se trata mesmo de uma regra e não só de uma ideia ou de uma técnica: manter as margens de uma fotografia sem elementos soltos e distractivos é vital.

Qualquer coisa que perturbe a harmonia visual nas margens da nossa composição vai distrair a atenção de quem observa a imagem, retirando protagonismo ao objecto principal que pretendemos destacar.

Alguns erros são fáceis de prevenir. Claro que não vamos deixar metade de uma pessoa no pano de fundo, junto à margem da composição. Mas muitas vezes deixamos outras coisas não tão óbvias. São deslizes muito fáceis de acontecer, precisamente porque a nossa atenção está focada no centro da composição. É importante soltarmo-nos dessa tendência natural e prestar atenção ao que está a acontecer nas margens da composição. Não queremos nada cortado, não queremos descontinuidade em linhas, não queremos pontos visualmente chamativos. Queremos uma margem discreta, neutral.

Por outro lado, estes são os erros mais fáceis de corrigir com edição de imagem. Basta cortar um pouco aqui e ali e o enquadramento adquire a perfeição desejada.

Na Simetria, o Centro

Eu avisei sobre as regras: nada é rígido e fixo. Assim, acabei de falar da Regra dos Terços e da importância da afastar a tentação de colocar o objecto principal da imagem no seu centro e já venho dizer o oposto. Se vir que o cenário o justifica, centrar pode funcionar, claro, e um caso típico é o de simetrias que como que dividirão a imagem em duas partes, a partir de uma linha imaginária ao centro. Onde existam linhas fortes é provável que se encontrem soluções interessantes usando o centro. É o caso de fotografia de arquitectura ou de estradas.

Da Esquerda para a Direita

A nossa mente processa a informação visual transmitida pelos olhos da esquerda para a direita. É um hábito adquirido com a leitura, pelo menos no hemisfério ocidental, porque noutras culturas as coisas serão diferentes. Devemos por isso tentar colocar o objecto principal da nossa fotografia do lado direito.

O que acontece então quando observamos uma fotografia? Os nossos olhos vão iniciar a visualização da imagem do lado esquerdo, e quando encontram o ponto de interesse da fotografia há uma sensação subliminar de realização. Ajuda uma fotografia a ganhar impacto!

Pelo contrário, se colocarmos o objecto principal da imagem do lado esquerdo, a nossa mente absorve rapidamente o que importa e depois prossegue, à procura de mais informação visual relevante. Não a encontrando, a observação da imagem conclui-se com uma subtil sensação de frustração.

Uma boa forma de testar este principio é utilizando um programa de edição de imagem e criando um espelho de uma fotografia, vendo depois os resultados. Aposto que o leitor sentirá mais agrado ao ver a mesma foto com o objecto principal do lado direito.

Procure a Simplicidade

Tente manter a cena capturada o mais simples possível. Quanto mais informação a mente tiver que absorver ao observar uma fotografia, menos impacto terá a imagem. Porquê fornecer informação visual que é irrelevante ou até contraproducente? Tendo isto em consideração, procure panos de fundo discretos e componha a imagem de forma a excluir, tanto quanto possível, elementos que não fazem parte da história que pretende contar .

Utilize a Luz como um Ponteiro

A luz tem uma enorme capacidade de atrair atenção. Perante determinada foto, os nossos olhos tendem a cair sobre a área onde existe luz. Pode usar esta situação para aumentar o destaque do objecto principal da fotografia. Por vezes não é possível, claro. A não ser que utilizemos equipamentos especiais para manipular a luz, o que não será provável quando estamos em viagem, teremos que fazer o nosso melhor para extrair das condições que temos perante nós. Observemos os raios de luz que penetram num meio mais escuro, como uma casa ou um bosque, e vejamos onde eles vão cair… quem sabe não encontremos ali uma oportunidade única.

Entre Par e Impar, escolha… Impar

Por alguma razão, a assimetria de um número impar de elementos parece criar mais impacto numa imagem. Sempre que possível, ao criar a sua composição fotográfica, opte por um número impar. Trate-se de pessoas num retrato ou qualquer outro elemento… torres de um castelo, automóveis numa corrida. Qualquer coisa.

Triângulo em vez de Quadrado

Ao fazer uma composição, se puder controlar os elementos da fotografia, opte por os enquadrar numa forma imaginária de triângulo em vez de quadrado ou rectângulo. Quer um exemplo? A clássica fotografia de um grupo. Deixe o padrão clássico de alinhamento por linhas: uma primeira linha de pessoas em baixo, depois outra, e por fim uma terceira linha com as pessoas mais altas. É ou não um formato clássico? Então na próxima vez que fotografar um grupo, tente alinhar as pessoas num padrão irregular, de preferência triangular. E verá que o resultado obtido é refrescante e captará a atenção de quem quer que veja a fotografia.

Os Primeiros Planos

Um truque que resulta muito bem para dar vida a uma imagem e introduzir na fotografia uma sensação tridimensional é colocar algo de forma muito clara e evidente em primeiro plano. Esta técnica de composição cria um ponto focal muito avançado, que serve como guia, e como que coloca uma profundidade efectiva no resto da fotografia. Esta solução funciona especialmente bem com lentes grandes angulares.

O Sentido de Escala

Há cenários cuja grandiosidade se perde sem referências que lhe definam as dimensões. Alguns casos são típicos, quase sempre relacionados com elementos que existem no nosso mundo em tamanhos diferentes. Exemplos? Uma duna. Uma duna, sem contexto, pode ser um pequeno montinho de areia ou uma autêntica montanha. A ausência de sentido de escala confunde-nos, porque no fundo, uma duna é igual a uma duna, só as dimensões as distinguem. Com uma queda de água passa-se o mesmo, ou com uma formação rochosa. E o fotógrafo pode e deve ter tudo isto em conta para obter resultados de forma intencional. Podemos tornar algum pequeno em grande e algo de grande em pequeno. É a magia da fotografia. Mas se quisermos dar uma ideia exacta de um destes objectos, é vital incluir na composição algo cujo tamanho não levante dúvidas. Pode ser uma pessoa. Ou um objecto de dimensões fixas. Para mostrar quanto pequeno é um insecto, por exemplo, podemos colocar um talher, uma carica, uma caneta. Para passar a ideia da grandiosidade de um penhasco ou de uma praia, podemos incluir pessoas, um carro, uma casa.

Uma Moldura dentro da Moldura

Podemos facilmente imaginar uma fotografia como uma moldura. Uma moldura dentro da qual cabe o mundo que observamos naquele momento mágico que preservamos com um click. No seu interior fica como que uma pintura. É uma verdadeira moldura, então. E uma composição que resulta bastante interessante envolve encontrarmos outra moldura, um elemento que limite o espaço que pretendemos mostrar, que atraia para lá os olhos de quem observa a imagem. Grandes exemplos da utilização destas molduras encontram-se em janelas, arcos, mesmo ameias de um castelo ou, por vezes, elementos naturais, como aberturas em rochas ou grossos troncos de árvores.

Linhas que Apontam

Com esta técnica de composição o fotógrafo aproveitará a existência de linhas geométricas, que irá utilizar para conduzir o olhar de quem observa a foto até ao elemento que pretende destacar. Atenção que estas linhas não necessitam de ser rectas, apesar de esta ser a forma mais comum utilizada pelos fotógrafos. Na realidade, se encontrar uma forma de estruturar a sua composição numa linha condutora com uma forma não linear, estará de parabéns! Não é fácil, e o resultado geralmente é excelente. Apesar desta técnica se basear na utilização das linhas, que se tornam portanto ferramentas, o fotógrafo poderá fazer das próprias linhas o objecto principal da imagem.

Preencher a Fotografia ou Não, Essa é a Questão

Esta é uma daquelas questões contraditórias no universo da composição fotográfica, e cuja resposta terá que ser dada pelo fotógrafo, quer pela sua decisão pessoal, subjectiva, quer pela sua avaliação da cena. Vejamos, por um lado, ao encher a fotografia com o elemento em foco, garantiremos que a atenção de quem vê a imagem se vai prender naquilo que realmente conta. Sejam pessoas, animais ou estruturas, ao preenchermos por completo o espaço da fotografia com o nosso objecto, por vezes sacrificando partes suas, estamos a dar-lhe o máximo destaque. Mas por vezes resulta bem oferecer ao espectador aquilo que se chama de espaço negativo. Pode ser o mar, ou o céu. Até um fundo bem desfocado. Enfim, qualquer coisa que não tenha detalhes distractivos. Nesse caso, apesar do nosso objecto principal não preencher a imagem, o espaço negativo contribui para o sublinhar. É como se os olhos do espectador se foquem no único elemento que se destaca, ficando assim conquistada a sua atenção.

Objectos aos Pares

Há quem chame a esta técnica de composição “justaposição”, uma vez que consiste na inclusão de dois objectos principais na mesma fotografia. Não quer dizer, claro, que estejam colocados um sobre o outros, como uma interpretação literal do termo levaria a crer.

Este método de composição tem duas variantes que seguem rumos opostos. Uma das opções consiste em incluir elementos que por uma razão ou outra contrastam entre si. Velho e novo. Clássico e inovador. Pequeno e grande. Rico e pobre. Qualquer uma destas combinações, e certamente muitas outras, funcionam bem, captando a atenção do espectador, despertando-lhe curiosidade para uma observação mais cuidada e capturando momentos, situações ou locais únicos.

De forma oposta, a composição de justaposição utilizando elementos aliados, também cria resultados interessantes. Aplicada desta forma a técnica cria realces, fazendo uso da associação de objectos que se ligam naturalmente.

Vamos imaginar uma cena em Havana, Cuba. Um velho Chevrolet norte-americano dos anos 60… o seu condutor, charuto ao canto da boca, encosta-se ao carro. Por detrás, no Malécon, a avenida marginal, estão dois edifícios, um, que data dos anos 30, decadente, negligenciado. Ao seu lado, um prédio acabado de construir, um pequeno hotel de quatro andares.

Neste momento o fotógrafo pode escolher que método de justaposição vai empregar para obter uma foto única: se andar para um lado, fotografará o carro e o homem com o velho edifício por detrás, juntando elementos que se complementam levando o espectador a uma viagem no tempo. Se der uns passos na direcção oposta criará o efeito de contraste com o carro clássico e o condutor que parecem saídos do passado com um moderno edifício por detrás, transmitindo a ideia de Havana enquanto cidade de contrastes harmoniosos.

Balanço da Fotografia

Apesar da regra dos terços ser talvez a técnica de composição mais conhecida, por vezes a sua aplicação não resulta numa imagem satisfatória, com a criação de espaços indesejados que se tornam agrestes e desagradáveis à vista.

Se encontrarmos um objecto interessante e o colocarmos na linha do lado esquerdo, podemos criar um espaço demasiado amplo, que se torna verdadeiramente desagradável à medida que a vista rola para o lado direito. A solução consiste em encontrar um objecto secundário que consiga criar um balanço sem roubar o protagonismo do elemento principal.

Regra do Espaço

Esta é uma regra importante, vital mesmo, a aplicar em fotos que retratam objectos em movimento. E nesses casos deve ser deixado espaço para o espectador visualizar mentalmente a deslocação do objecto. No caso de elementos humanos, a técnica deve ser considerada mesmo que não haja movimento. Geralmente as fotos ficam melhores se houver espaço na direcção em que o olhar do objecto principal segue. Ou simplesmente do lado para onde uma pessoa se encontra virada.

Isolando o Objecto

Tenho dúvidas se devo incluir esta técnica no capítulo da composição, porque não mexe com a localização de elementos na fotografia mas sim com a aplicação de técnicas de óptica, especificamente com a manipulação da profundidade de campo para obter um resultado mais vibrante.

O que se pretende aqui é realçar um objecto, especialmente se o cenário for visualmente confuso e perturbar o predomínio do nosso elemento principal. Nesse caso, se conseguirmos desfocar tudo o resto, reduzindo a profundidade de campo, vamos realçar o que pretendemos mantendo a atenção do espectador exactamente onde a queremos.

Com gente ou sem gente?

Esta é uma situação comum quando se viaja: encontramos, por exemplo, uma bonita rua, com casas fantásticas. A primeira reacção é tentar obter uma imagem sem pessoas. As pessoas são elementos estranhos ao que nos chamou a atenção e a tentação é excluí-las do quadro de luz que estamos prestes a fotografar. Mas muitas vezes isto é um erro e o resultado final fica bem melhor se deixarmos essas pessoas entrar no nosso registo. As pessoas conferem um sentido de escala ao cenário, dão um aspecto natural e muitas vezes elas próprias são pitorescas. Quando estas dúvidas surgirem, o que aconselho é a recolher pelo menos duas imagens do mesmo local. Uma com pessoas, outra sem elas.

Perspectivas Alternativas

Esta é uma técnica muito importante! Normalmente todos nós vemos o mundo na mesma perspectiva. Uns mais baixos, outros mais altos. Mas o universo humano está pensado e construído para que vejamos as coisas da mesma forma. Sinais de trânsito, anúncios. Tudo tem um sentido no olhar humano.

Por isso, porque as pessoas estão tão habituadas a uma ordem visual instituída, uma fotografia que desafia o hábito ganha desde logo um intenso impacto e capta a atenção do espectador. É portanto uma técnica que assenta na capacidade do fotógrafo de revolucionar, de inovar a forma de ver o mundo, criando novos ângulos, capazes de surpreender.

Jogar com as Cores

É um facto que há combinações de cores que resultam bem. Outras, nem por isso. Há muito tempo que designers e profissionais que trabalham com elementos que impliquem a combinação de cores usam uma ferramenta fundamental chamada “a roda das cores”.

Nessa roda estão incluídas todas as cores, e as que combinam melhor entre si localizam-se em extremos opostos da roda. Com um rápido olhar podemos ver que cor resulta melhor em combinação com outra. E isso é importante na fotografia a cores, ou seja, na maioria da fotografia que é feita hoje em dia. Se usarmos a “roda” podemos detectar rapidamente cenas que, devido à predominância de cores que se complementam, vão resultar bem numa fotografia.

O que não Fazer em Composição Fotográfica

Não cortar partes do corpo, de humanos ou animais. Se tiver mesmo que ser, não cortar pelas articulações. Se vai tirar um retrato com um primeiro plano, claro que vai ter que isolar cabeça ou busto da pessoa. Mas não corte à toa.
Não esquecer de observar o que se encontra na área periférica da fotografia. As pessoas tendem a concentrar-se na área central e ao verem o resultado final, muitas vezes ao fim do dia, ao chegar a casa, vão descobrir que incluíram elementos perturbadores, só porque não prestaram atenção ao que se passava nas margens.
Não desnivelar as imagens, mantendo-as alinhadas com a linha do horizonte. É verdade que mais tarde a fotografia pode ser endireitada com recurso a software, mas isso pode fazer perder elementos essenciais e de resto é melhor fazer as coisas logo bem.

Conclusão

Tenho que repetir: nenhuma regra de composição é na realidade uma regra. Nada é obrigatório. Fotografar é uma arte e inovar é permitido, recomendado até. A fotografia de viagem não é diferente nem tem técnicas próprias de composição. Os vários métodos que indiquei são ideias que podem ou não ser aplicadas pelo fotógrafo de viagem. Mais do que regras são técnicas, ferramentas ao dispor do fotógrafo para obter imagens mais atractivas.

Uma sugestão agora: depois de ler sobre todas estas técnicas de composição, veja fotografias de fotógrafos com alguns pergaminhos e tente identificar a forma como eles as implementaram nos seus trabalhos. Verá que vai ficar surpreendido por conseguir identificar as fórmulas que tornaram as suas fotografias em algo de especial.

Entretanto, quando sair pelo mundo e tentar aplicar estas técnicas, não desespere se os resultados não forem logo os esperados. Dê tempo ao tempo. Sugiro que se concentre numa ou duas técnicas e que as tente aplicar ao mundo que o rodeia. E não se esqueça que pode sempre editar as imagens, eliminando áreas superficiais e redefinindo enquadramentos.

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