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🌍 Visitar Etiópia – Roteiros e Dicas de Viagem

Actualizado em 26 Novembro, 2017
Visitar Etiópia – Roteiros e Dicas de Viagem

Visitar Etiópia – Roteiros e Dicas de Viagem

Guia de Viagem da Etiópia

Viajar na Etiópia – informação de viagem.

Tudo sobre visitar os melhores locais e destinos da Etiópia. Ideias de roteiros e itinerários com informação de alojamento, transporte, muitas galerias de fotografias, restaurantes, vídeos e mapas.

Organize as suas férias na Etiópia. Alguma pergunta ou opinião deixe um comentário no fim da página.

Nesta página você encontra:

  1. República Democrática Federal da Etiópia – Informação prática
  2. Turismo na Etiópia – Apresentação
  3. História, Geografia e Cultura
  4. Clima e Quando ir
  5. Vídeo da Etiópia
  6. Resumo de viagem à Etiópia
  7. Guia de Viagem: artigos para consultar
  8. Roteiros na Etiópia – 6, 7 e 11 dias
  9. Locais UNESCO na Etiópia
  10. Kit de Viagem

Obrigado.

República Democrática Federal da Etiópia

    Bandeira Etiopia

    Bandeira da Etiópia

  • Capital: Adis Abeba (Addis Ababa)
  • Língua oficial: Amárico
  • Presidente: Girma Wolde-Giorgis
  • Vice-Presidente: Hailemariam Desalegn
  • População 2012: 91.195.675 habitantes
  • Moeda: Birr Etíope
  • Área Total: 1.104.300 km²
  • Fuso horário: UTC+3
  • Código telefónico internacional: +251
  • Clima: Tropical, subtropical, seco frio nas montanhas
  • Visto: O visto pode ser feito na chegada ao aeroporto se vier de avião, ou em qualquer embaixada da Etiópia no mundo
  • Fronteiras: a oeste com o Sudão e o Sudão do Sul, a norte com o Djibuti e a Eritreia, a leste com a Somália e a Somalilândia, e a sul com o Quénia
  • Locais a não perder: Adis Abeba, Axum, Lalibela, Harar, Vale Omo, Gorgora, Lago Tana, Cataratas do Nilo Azul
  • Quando visitei a Etiópia: Fevereiro 2013

Turismo na Etiópia, Roteiros de Viagem

Cerimónia Cristã Ortodoxa em Lalibela

Cerimónia Cristã Ortodoxa em Lalibela, Visitar Etiópia

A Etiópia é um país fascinante para passar férias.

Etiópia foi um destino de viagem muito interessante. Na verdade não conhecia praticamente nada do país antes de viajar. Só tinha ouvido falar das igrejas escavadas na rocha de Lalibela e… do Rastafari.

Por esta mesma razão, o país foi-se abrindo e criando objectivos de viagem dia-a-dia. Surpresas e locais muito bonitos.

A Etiópia é um país muito religioso, em que ser cristão é muito importante e é assunto de conversa com os seus habitantes. Na região perto da Somália, os etíopes são na sua maioria muçulmanos.

Depois de ter viajado 2 semanas na Etiópia, descobri um país com uma forte história, lindas pessoas, boa comida e incríveis paisagens.

Apresentação da História, Geografia e Cultura:

Alimentar hienas em Harar na Etiópia

Alimentar hienas em Harar na Etiópia

A história da Etiópia é conhecida como um dos lugares mais antigos do mundo, pois segundo estudos arqueológicos, acredita-se que a origem da espécie Homo Sapiens é originária deste país. Aqui estabeleceu-se o ostentado Reino de Axum, no ano 1000 a.C., que se estendia pela Etiópia, Eritreia, Sudão, Djibouti, Somália e Somalilândia. O nome provém desde a Era Grega (século IV a.C.), onde era referido “Etiópia” para todos os países com população de raça negra. Os Árabes chegaram a este território por volta do século X, onde a miscigenação acabou por acontecer. Devido essencialmente às diferentes crenças religiosas, existiram bastantes conflitos entre os vários povos nativos. Desde o século XVI os Reis de Abissínia contaram com o apoio das potências coloniais europeias para afastar a invasão muçulmana do país. Nos tempos mais recentes o país tem passado por severas dificuldades, nomeadamente ao nível de conflitos políticos e à sua separação da Eritreia, juntando a tempos de seca, o que provocou uma grande escassez de alimentos e momentos difíceis de fome e pobreza.

A geografia da Etiópia conta com uma área territorial de 1.104.300 km2, localizando-se numa região, a qual tem o nome “Chifre da África”. Faz fronteira com a Eritreia a Norte, com Djibouti a Nordeste, com a Somália a Leste, com o Quénia a Sul e com o Sudão a Oeste. A Etiópia está localizada a Sul da linha do Equador, factor que integra este país no Hemisfério Meridional, embora integre também no Hemisfério Oriental, uma vez que fica também a Leste do Meridiano de Greenwich. O seu cenário paisagístico é, na sua maioria, montanhoso, pois a maior parte da área territorial localiza-se a 2 400 metros acima do nível do mar. Tem um planalto central, cujas altitudes variam entre os 1300 a 3000 metros de altitude, sendo que o ponto mais alto atinge os 4 533 metros. Tem uma ligação económica muito forte à agropecuária, devido ao país oferecer as condições de relevo necessárias para a prática destas actividades, através de imensos campos e pastagens.

A cultura da Etiópia é bastante interessante, pois é um país que aglomera uma grande quantidade de povos e comunidades diferentes, razão pela qual é conhecida como a Terra Museológica dos Povos. A convivência destas diferentes comunidades e respectivas religiões, nomeadamente a judaica, cristã e muçulmana, traz uma multiculturalidade a este país, única no mundo. A religião é o centro da vida desta população, que promove os seus eventos culturais sempre com o objectivo de juntar os fiéis, a fim de comemorar e fazer o culto às suas crenças. A Música é um exemplo disso e um dos aspectos musicais que mais se evidenciou pelo mundo fora é a Etiópia ser o berço da música Reggae. As línguas mais faladas na Etiópia são o Amárico, o Inglês e o Árabe e, as mulheres têm o costume de usar um vestido de algodão ou Shemma e os homens, usam umas calças acompanhadas por uma camisa de colarinho branco.

Clima e Quando ir:

Para saber quando ir à Etiópia você precisa de se informar um pouco melhor acerca das suas estações e clima. A melhor altura para visitar à Etiópia é durante a estação seca, entre os meses de Outubro e Fevereiro, pois nos restantes meses apanhará fortes chuvas em todo o país.

O clima da Etiópia é bastante variado devido à sua grande dimensão territorial. O Planalto de Danakil e o Ogaden, são áreas de extrema aridez, que alternam com fortes chuvas. Em zonas com altitudes acima dos 1500 m de altitude, o clima apresenta-se agradável, embora em zonas abaixo de 1200 m de altitude, o clima apresente-se muito quente e húmido.

Vídeo da rua perto da Porta Shouha em Harar na Etiópia

O que visitei / Resumo da viagem à Etiópia

Por ordem de visita.

Addis Ababa, Etiópia
Addis AbabaAddis Ababa: Capital africana. É preciso explicar mais? Há algumas coisas interessantes para ver e fazer em Adis Abeba. A não perder são os seus mercados, museus, igrejas e monumentos. A capital da Etiópia é uma mega cidade com quatro milhões de habitantes. Contudo é bastante segura e bem recheada de pontos de interesse para os visitantes. Um deles será o Merkato (não em questões de segurança, tenha cuidado!), considerado o maior mercado de África, criado pelos italianos na década de 30. Outro, um bizarro vestígio da influência comunista, nos tempos do Derk: o Memorial Tiglitchin, repleto de simbologia defunta, como estrelas soviéticas e foices e martelos. Existem também alguns museus de qualidade, como o Museu Etnológico, o Museu dos Mártires do Terror Vermelho e o Museu Nacional, e as catedrais da Santíssima Trindade e de São Jorge. Quem quiser pode subir até à colina Entoto, um passeio sempre pitoresco, com muita vida local, culminado com espectaculares vistas sobre a cidade.
Metehara, Etiópia
MeteharaMetehara: Tive que ficar nesta cidade cerca de 4 horas porque o autocarro / ônibus onde eu ia avariou. Aproveitei para fazer uma caminhada perto do lago, e fora da cidade para interagir com pastores e crianças que iam para a escola.
Harar, Etiópia
HararHarar: Foi para mim, depois de Lalibela, o melhor da Etiópia. Adorei esta cidade muçulmana, com mercados coloridos, ruelas poeirentas no interior da sua cidade muralhada. Harar é local Património Mundial da UNESCO. Esta cidade histórica localiza-se na região este da Etiópia e tem cerca de 120 mil habitantes. Entre 1520 e 1568 foi capital do reino Harari, tornou-se um emirado independente no século XVII e acabou por se integrar da Etiópia em 1887. É rodeada de um perímetro de paredes defensivas, construídas entre os séculos XIII e XVI, nas quais existem diversos portões que dão acesso ao seu núcleo. Historicamente Harar prosperou devido ao comércio, encontrando-se ligada por uma série de rotas de mercadores ao resto do país ao “Corno de África” e à Península Arábica. Diz-se que chegou a ser a cidade mais sagrada do Islão, tendo ainda hoje oitenta e duas mesquitas, três delas datadas do século X. As ruas do seu centro histórico e as casas que as ladeia serão talvez o principal foco de interesse para os visitantes. Por tudo isto a cidade foi incluída em 2006 na lista de Património Histórico da Humanidade da UNESCO. É aqui perto que faz a famosa actividade de alimentar as hienas selvagens.
Koremi, Etiópia
KoremiKoremi: Pequena aldeia com arquitectura tradicional em pedra e casas rectangulares. A paisagem à volta é linda, mas infelizmente o turismo estragou tudo. Os seus habitantes são totalmente anti-turistas e causam o maior transtorno possível até estes irem embora.
Jijiga, Etiópia
JijigaJijiga: Cidade que é o último destino para quem vai até à Somalilândia por terra. Local já com ambiente “não etíope”, mas já um pouco somáli. Aqui tudo é diferente, com mais lixo, mais caótico, com mulheres mais tapadas.
Gondar, Etiópia
GondarGondar: Cidade histórica que é conhecida como a Camelot de África porque tem vários castelos construídos com influência da arquitectura… portuguesa. Gondar foi fundada pelo imperador Fasilides no ano de 1635, e cresceu como uma cidade agrícola e de mercado. Gondar é uma cidade histórica da Etiópia, com uma população actual de cerca de 600 mil pessoas, tendo sido fundada em 1635 pelo rei Fasilides que ali instalou a sua capital. Em 1668 a população recebeu ordens do rei Yohannes I para se separar de acordo com a sua fé, surgindo o bairro muçulmano, Adis Alem (“Novo Mundo”). O seu castelo, chamado de Camelot Etíope, é na realidade um complexo de edifícios fortificados da área, sendo o mais importante o palácio do rei Fasilides que se diz ter sido construído por um arquitecto indiano. Existem algumas igrejas antigas, entre as quais se destaca a Debre Birhan Selassie, construída no século XVII, em cujo interior se podem observar magnífica arte etíope. De Gorgora podem-se também fazer passeios de barco pelo Lago Tana e visitar alguns dos magníficos mosteiros estabelecidos na sua orla.
Gorgora, Etiópia
Gorgora: Gorgora é uma pequena localidade com pouco menos de cinco mil habitantes, localizando-se nas margens do lago Tana, no norte da Etiópia. O seu nome provém do grego Gregoryos, mais exactamente de São Gregório, uma figura importante da Igreja etíope que viveu no século IV. A povoação tem relevância histórica, tendo sido uma das primeiras capitais do país, nos reinados Susenyos I e Fasilides, que veio a fundar Gondar mudando-se para lá. Existiu uma forte presença dos Jesuítas portugueses na área de Gorgora, havendo vestígios da ordem em vários locais. Contudo, a maioria dos seus edifícios ruíram na década de 50 devido a um terramoto. Durante a Segunda Guerra Mundial esta região foi o último reduto dos italianos, baseados em Gondar mas com uma unidade estacionada em Gorgora. Aconselha-se uma visita ao mosteiro de Mandaba, ainda activo, mas as mulheres não podem lá entrar.
Gorgora Nova, Etiópia
Gorgora NovaGorgora Nova: De difícil acesso, antigas ruínas portuguesas escondem-se à beira do Lago Tana. No século XVII os missionários jesuítas portugueses construíram uma pequena povoação, com uma imponente igreja católica de nave única de estilo arquitectónico barroco. Muito está em ruínas pois além de antigo, houve um terramoto que destruiu o resto. Gorgora Nova localiza-se a cerca de 11 km da povoação de Gorgora. Foi aqui que os Jesuítas portugueses se estabeleceram no início do século XVII, quando reinava por estas paragens o monarca Suzénio, que viveu temporariamente em Gorgora Nova entre 1611 e 1618, para fugir a uma epidemia que grassava na sua capital, Dakana. Gorgora Nova fica numa pequena península, rodeada pelas águas do lago Tana. Vêem-se hoje ali os vestígios da presença Jesuíta, mas a igreja maior desmoronou em 1995. Foi construída por volta de 1926, pelo Irmão João Martins, a pedido do rei, que após abandonar o local, desejou que ali surgisse um templo digno.
Lago Tana, Etiópia
GorgoraFiquei duas noites à beira do Lago Tana. Local fantástico, com hipopótamos, macacos e muitos pássaros exóticos. O nascer-do-Sol foi um dos mais bonitos que já vi na vida. Com 3,670 km2 e uma profundidade máxima de 14 m, o Lago Tana é o maior da Etiópia e é a origem do Nilo Azul que se inicia no seu lado sul, junto a Bahir Dar . Nas suas margens existem mais de vinte mosteiros, alguns dos quais fundados no século XIV ou mesmo antes. Existem algumas ilhas no lago, assim como penínsulas com relevância histórica, como as de Gorgora e Mandaba. É uma região fértil, onde se produz cereal e café, cria-se gado e pesca-se nas tanqua, embarcações tradicionais do lago. Os visitantes podem fazer passeios nas suas águas, com saídas de Bahir Dar e mesmo de Gorgora. Chega-se assim aos três principais atractivos do lago, os mosteiro Kebran Gabriel, Dega Estefanos e Lira Kidane Mehret (os dois primeiros estão vedados a mulheres). Ultimamente as autoridades têm-se debatido com uma infestação de jacintos de água, que ameaçam o balanço natural do lago.
Axum, Etiópia
AxumAxum: Local UNESCO Património Mundial da Humanidade com imensos monumentos e locais históricos para visitar. A Igreja Ortodoxa etíope alega que a Igreja de Nossa Senhora de Sião em Aksum abriga a Bíblica Arca da Aliança na qual se encontram as Tábuas da Lei com os Dez Mandamentos. Visitei ainda a Leoa de Gobedra, as antigas pedreiras de Gobedra, o Parque Ezana, o Parque das Estelas, o túmulo do Rei Bazen, as Inscrições do Rei Ezana, o Palácio e os Banhos da Rainha de Sabá, as Igrejas de Santa Maria de Zion, local de Ta’Akha Maryam, e ainda os túmulos dos reis Kaleb e Gebre Meskel. Localizada a norte do país, perto da fronteira com a Eritreia, Axum foi a capital do Reino de Axum, que existiu entre o século V a.C. e o século X. A cidade tem hoje cerca de sessenta mil habitantes e ali encontramos o importante sítio arqueológico da antiga Axum, inscrito pela UNESCO na Lista de Património Mundial da Humanidade. Ali se podem observar obeliscos, enormes pedras tumulares, ruínas de antigos castelos e mausoléus reais. A destacar em Axum é também a Catedral de Santa Maria de Sião, construída em 1665 pelo imperador Fasilides, num local onde já antes existia uma igreja. Mesmo ao lado existe a Nova Catedral de Santa Maria de Sião, construída pelo Imperador Selassie como agradecimento da vitória sobre os ocupantes italianos. Existem em Axum museus de etnografia e arqueologia cuja visita se sugere. As lendas locais dizem que Axum foi o local de residência da mítica Rainha de Sabá.
Yeha, Etiópia
YehaYeha: Yeha é um local importante para a história da Região Tigray na Etiópia. Locais a não perder são a pequena aldeia, as ruínas do templo de Yeha e o pequeno museu adjacente, e o Palácio Grat Beal Gebri. Yeha fica a 52km de distância da cidade de Axum. Yeha é uma localidade no norte da Etiópia, a 25 km da cidade de Adwa, próximo da fronteira com a Eritreia. Ali foi a capital do reino pré-Aksumita de D’mt, e nos dias de hoje oferece múltiplos motivos de interesse para o visitante. Encontra-se em Yeah o edifício mais antigo do país, um templo dedicado à Lua, em forma de torre que se crê datar do século VIII a.C. cuja longevidade é atribuída à qualidade de construção e ao seu uso posterior como igreja, o que implicou uma manutenção cuidada. O Grande Templo de Yeah, recentemente restaurado. Encontra-se também em Yeah o Mosteiro Tewahedo, mencionada pelo explorador português Francisco Álvares que por ali passou em 1520 e que refere também a existência de uma igreja.
Lalibela, Etiópia
LalibelaLalibela: Cidade com imensas igrejas escavadas na rocha. Local fantástico e um dos mais bonitos do país. Além destas igrejas, as paisagens circundantes são lindas e as casas são de construção tradicional, redondas e em pedra com palha no topo. Esta pequena cidade com menos de vinte mil habitantes é um retrato da Etiópia rural, mas é sobretudo famosa pelas suas igrejas escavadas na rocha. São onze destes templos, com características diferentes, muitos deles ligados por túneis secretos. Chegou a ser capital da Etiópia, e foi o rei Lalibela que tentou ali recriar aquilo a que chamou de Nova Jerusalém, em resposta à tomada de Jerusalém pelos muçulmanos, no final do século XII. Para além destas fabulosas igrejas, existe um par de locais religiosos nas montanhas que envolvem Lalibela, como o mosteiro Ashketon Maryam e a igreja Yimrehane Kristos. O visitante não deverá perder o espectacular mercado de Sábado, apesar de o poder visitar nos outros dias da semana. Em Janeiro Lalibela pode ser especialmente interessante, quando se comemora o Ledet – o Natal etíope, a 9 de Janeiro – e o Timkat, uma comemoração de natureza religiosa que tem lugar entre os dias 20 e 21 do mesmo mês.

Roteiros na Etiópia

Algumas ideias de roteiros para você preparar as suas férias na Etiópia de maneira independente. Itinerários de turismo na Etiópia seja de 3 dias, uma semana, 8 dias ou até 2 semanas.

6 Dias na Etiópia

Dia 1 Nairobi
Dia 2 Reserva Nacional Samburu
Dia 3 Reserva Nacional Samburu
Dia 4 Reserva Nacional Samburu
Dia 5 Masai Mara
Dia 6 Nairobi

1 semana na Etiópia

Dia 1 Nairobi
Dia 2 Parque Nacional Amboseli
Dia 3 Parque Nacional Amboseli
Dia 4 Parque Nacional Amboseli
Dia 5 Amboseli
Dia 6 Masai Mara
Dia 7 Nairobi

11 Dias na Etiópia
Dia 1 Addis Ababa
Dia 2 Lalibela
Dia 3 Lalibela
Dia 4 Arba Minch
Dia 5 Lago Chamo – Chencha
Dia 6 Vale Omo
Dia 7 Mursi – Turmi
Dia 8 Rio Omo
Dia 9 Omorate – Rio Omo
Dia 10 Tribo Konso – Arba Minch
Dia 11 Arba Minch – Addis Ababa
Locais UNESCO na Etiópia
Estes são alguns dos melhores destinos para visitar na Etiópia. Os locais UNESCO Património Mundial na Etiópia são locais protegidos pela sua importância cultural ou natural.

Locais inscritos na Lista do Património Mundial na Etiópia:

  • Igrejas Escavadas na Rocha de Lalibela
  • Parque Nacional do Simien
  • Cidade-fortaleza de Fasil Ghebbi
  • Ruínas de Aksum
  • Vale Inferior do Awash
  • Vale Inferior do Omo
  • Sítio arqueológico de Tiya
  • Cidade Histórica Fortificada de Harar Jugol
  • Paisagem Cultural da Região de Konso

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João Leitão - O autor do blog:

VIVA! Sou o João - blogger de viagens. Com 20 anos de experiência como viajante independente, explorei mais de 128 países em África, Antártica, Ásia, Europa, América do Norte e Central, América do Sul e Oceânia. Bem-vindos ao meu blog de viagens, onde partilho informação prática de viagem para o motivar a sair de casa! Siga nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest e YouTube.

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