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Guia de Londres – Cidade: Tudo o que precisa saber

João Leitão
Actualizado em 28 Junho, 2018
GUIA DE LONDRES

GUIA DE LONDRES

Londres é uma das maiores e mais antigas capitais do Velho Continente. Um melting pot de culturas, estilos e arte, onde se fundem e andam de mãos dadas a tradição e o progresso.

Londres não admira que seja, desde sempre, um dos destinos mais procurados da Europa quer por turistas – atraídos pelos seus séculos de História, museus e atracções – quer por quem procura uma vida melhor, o que nem sempre é fácil nesta cidade que não pára.

Mais à frente vou ajudá-lo a preparar a sua viagem em função do que pretende – visitar como turista ou trabalhar em Londres.

Ponte do Milénio em Londres

Ponte do Milénio em Londres

Desde os seus pubs e cafés tradicionais aos seus inúmeros museus e atracções, é muito fácil perder-se no tempo e sentir que necessitava sempre de mais alguns dias para levar o máximo desta cidade magnífica.

Este guia de Londres vai começar pelo início e ajudá-lo a organizar e planear a sua viagem – desde a melhor forma para chegar a Londres à escolha do alojamento em função do que procura, do orçamento disponível e da época do ano ideal ou o que levar na mala. Mais à frente vou também dar-lhe umas dicas se o seu objectivo for mudar-se de armas e bagagens para esta cidade e também para poupar dinheiro.

DICA IMPORTANTE: Compre o London Pass para ter descontos em monumentos, museus, utilização gratuita da rede de transportes públicos e evitar longas filas para comprar bilhetes – compre o London Pass aqui.

Curiosidades e factos interessantes sobre Londres

Guia de Viagem para Visitar Londres

Guia de Viagem para Visitar Londres

Londres é composta de duas antigas cidades que estão unidas. Elas são a City ou Square Mile of London e a cidade de Westminster.

Mapa da localização da cidade de Londres

Mapa da localização da cidade de Londres

A Cidade de Londres – chamada pelos seus habitantes como “the City”, é o coração empresarial e financeiro do Reino Unido. Esta zona é também conhecida como a Square Mile, por ter aproximadamente uma área de uma milha quadrada.

A City foi originalmente um assentamento romano (antiga Londinium), tornando-se assim a parte mais antiga de Londres, que já contava com 1000 anos de idade quando a Torre de Londres foi construída. A Cidade de Westminster é onde o Parlamento e a maioria dos escritórios do governo estão localizados. Também é aqui que está localizado o Palácio de Buckingham, a residência oficial em Londres da rainha e da família real. Juntas, a cidade de Londres e a cidade de Westminster, compõem uma região conhecida como a Grande Londres – Greater London.


Factos Interessantes sobre Londres:


  • Londres é a maior cidade da Grã-Bretanha e da Europa
  • Londres ocupa mais de 620 quilómetros quadrados
  • Londres tem uma população de 8.2 milhões de habitantes (2001)
  • Cerca de 12 por cento da população total da Grã-Bretanha vive em Londres
  • Londres tem a maior densidade populacional na Grã-Bretanha, com 5206 pessoas por quilómetro quadrado
  • Londres fica localizada no sudeste da Inglaterra
  • Londres é a sede do governo da Grã-Bretanha
  • O edifício mais alto em Londres é o The Shard, com 309,6 metros de altura
  • Londres foi a primeira cidade do mundo a ter um metro subterrâneo e é conhecido como the tube
  • Os dignatários de todo o mundo em visita a Londres ainda são oficialmente recebidos pela rainha no Palácio de Buckingham
  • Existem mais de 100 teatros em Londres

Londres: Primeiros Passos

Guarda Real montanha num show na Horse Guards Parade em Londres

Guarda Real montanha num show na Horse Guards Parade em Londres


1- Planeie a sua viagem


Londres é uma cidade muito grande e, sobretudo se tiver poucos dias para visitar, é importante que planeie bem a sua viagem, para aproveitar ao máximo esta cidade. Procure dividir a cidade por áreas e distribuí-las pelos seus dias disponíveis, procurando em cada área visitar e fazer tudo o que pretende numa só viagem. Assim, vai evitar andar de um lado para o outro, poupando tempo e dinheiro.


2- Visto, comprovativo de alojamento e burocracias para brasileiros


Os cidadãos brasileiros que pretendam visitar Londres (ou qualquer outro destino do Reino Unido) têm de se fazer acompanhar de passaporte válido com visto e documento comprovativo de local de alojamento. O visto de turista, que é válido por seis meses, não precisa de ser tirado no Brasil e pode ser obtido à entrada do país. Tome nota que este visto não é válido para trabalhar no Reino Unido.

Para obter o visto de turismo é sempre necessário fazer-se acompanhar de comprovativo de alojamento, que pode ser o comprovativo de reserva de quarto de hotel ou, se ficar em casa de amigos ou familiares, um documento escrito a convidá-lo e comprovar esta visita. Tome nota que a entrada no país é cada vez mais apertada e que as autoridades podem partir do princípio que está a tentar entrar para trabalhar ilegalmente, em particular se se alojar em casa de amigos em vez de um hotel. Vá bem preparado.


3- Documentos e burocracias para portugueses


Se for português ou se fizer acompanhar de passaporte deste país, ou de qualquer outro estado da EU, a entrada é muito mais simples. Para os cidadãos portugueses basta fazer-se acompanhar pelo Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão válido, uma vez que o Reino Unido faz parte da União Europeia.

Apesar de não ser necessário para entrar, se for trabalhar ou estudar deve fazer-se acompanhar de uma declaração do seu novo empregador ou instituição de ensino.

Escolha a época certa para viajar

A famosa praça Piccadilly Circus, onde se cruzam as ruas Regent's Street, Shaftesbury Avenue, Piccadilly e Haymarket

A famosa praça Piccadilly Circus, onde se cruzam as ruas Regent’s Street, Shaftesbury Avenue, Piccadilly e Haymarket

Provavelmente já ouviu falar do clima característico de Londres – a humidade quase constante, a chuva e a mistura de poluição e nevoeiro que celebrizou o termo “smog” (smoke+fog / fumo+nevoeiro) e que dá a Londres o ambiente cinzento que é tão característico. Isto não quer dizer, de forma alguma, que Londres seja uma cidade cinzenta. Pelo contrário, é uma cidade repleta de jardins, parques, museus, palácios e estruturas seculares que fazem deste um destino certamente inesquecível.

O Inverno londrino é longo, húmido e frio. Entre Outubro e Abril são escassos os dias de sol e as temperaturas amenas são quase uma miragem. Para quem está habituado ao clima quente e temperado dos países lusófonos o Inverno pode ser de difícil habituação. Se, ao ar livre, está frio e húmido, dentro de portas está sempre muito quente. Convém ir preparado com muitos agasalhos e optar por se vestir em camadas, para que possa adicionar e retirar agasalhos em função dos espaços onde entra e sai.

Para quem não for fã do frio, o melhor é mesmo optar pelos meses da Primavera e Verão, em que as temperaturas são bem mais amenas e frequentes os dias bem quentes. Isto não quer dizer que não deva procurar saber a previsão meteorológica para o período da sua estadia e, mesmo que a previsão seja de bom tempo, prevenir-se para um ou outro dia mais fresco ou chuvoso. Se há uma certeza em relação ao clima londrino, é que é absolutamente incerto!

Para além das temperaturas mais amenas, é no Verão que os londrinos aproveitam melhor a cidade e, podemos dizer, andam genuinamente mais alegres. Habituados ao frio e humidade do Inverno longo, quando chegam os primeiros dias de sol e calor, enchem os jardins durante a tarde e trocam os pubs pelas esplanadas ao fim do dia.

Por outro lado, o Inverno também tem um apelo especial nesta cidade, em particular durante a época natalícia, em que os dias são muito mais curtos, escurecendo por volta das 17h00, e as ruas se iluminam com os mercados tradicionais e decorações de natal.

No fundo, a época ideal vai depender muito do que procura em Londres e da sua personalidade, mas podemos dizer que, na generalidade, vai aproveitar muito mais esta cidade imensa nos meses de Verão, com o seu clima bem mais confortável e os dias maiores a permitir ver e fazer muito mais num só dia.

Apaixonado pela estrada, comboio ou avião?

Zona da Estação de comboios (trem) Victoria e do Apollo Victoria Theatre em Londres

Zona da Estação de comboios (trem) Victoria e do Apollo Victoria Theatre em Londres

Dependendo do seu ponto de partida, preferência e estilo de viagem, pode optar por três meios principais para chegar a Londres: avião, comboio (trem) ou automóvel.


1- Londres de avião


Londres é uma das mais importantes capitais da Europa e do mundo. Tem, diariamente, centenas de ligações aéreas de e para todo o mundo.

No total Londres é servido por seis aeroportos – sendo os principais e mais conhecidos Heathrow a 24km da cidade e Gatwick a 50km, ambos com ligações à cidade por transportes públicos.

O aeroporto de Heathrow, terceiro maior do mundo em volume de passageiros, é o mais utilizado pelas ligações internacionais e, apanhando o comboio Heathrow Express, chega ao centro de Londres em apenas 15 minutos. As ligações de metro ou autocarro são mais baratas, mas mais cansativas para quem acaba de chegar de malas às costas. Se o orçamento não for um problema pode também optar pelo táxi, se quiser ficar mesmo à porta do hotel.

Gatwick não é servido por metro, mas tem ligações por autocarro e por comboio expresso, que parte de 15 em 15 minutos e que demora cerca de meia hora a chegar ao centro da cidade.

Para voos domésticos e low cost, oriundos maioritariamente de outros países europeus, temos ainda Stansted, a 56km do centro da cidade e que tem uma ligação por comboio expresso que o deixa em Liverpool Street em 45 minutos. Há ainda uma ligação de autocarro expresso que demora cerca de 90 minutos (Airbus).


2- Londres de comboio (trem)


Se viajar a partir de outro país europeu pode sempre optar por comboio ou automóvel. Desde a conclusão e abertura do Eurotúnel (ou Túnel da Mancha) em 1994 que é possível fazer a viagem de comboio até Londres, sendo que os preços nem sempre são competitivos em comparação às ligações aéreas low-cost.

A título de exemplo, uma viagem de ida Bruxelas-Londres, reservada com um mês de antecedência custa a partir de 50EUR. De qualquer forma é uma óptima solução para quem tem medo ou não gosta de voar ou então prefere o passeio que proporciona uma viagem de comboio.

Com as redes ferroviárias que ligam todas as principais cidades da Europa pode fazer a viagem de comboio organizando o seu percurso para, se tiver tempo, passar uns dias a conhecer muitas outras cidades europeias.


3- Londres de carro


Se gosta de conduzir e não tem receio de se atrapalhar com a inversão de sentido de marcha das estradas britânicas em relação às do resto da Europa (e de quase todo o mundo), viajar de carro tem tantas vantagens como desvantagens. Se, por um lado, tem muito mais liberdade para ir reprogramando a viagem à medida que vai andando, podendo parar onde quiser, por outro lado a viagem de carro, com o custo de combustível, portagens e desgaste do veículo pode ficar bem mais cara.

Além disso, se o objectivo for Londres, recordo que é muito difícil circular e estacionar no centro da cidade, para além de que tem muitas áreas de acesso automóvel restrito. Se sair de Portugal, pode apanhar um ferry em Santander, no Norte de Espanha ou então no Norte da Bélgica ou França. Em alternativa pode seguir de comboio, no Eurotúnel, se bem que é mais caro.


4- Escolha o hotel ideal


Há vários factores a ter em conta no momento de escolher o alojamento, desde o objectivo da estadia – se está em turismo ou negócios – ao seu orçamento ou meio de deslocação.

Se for de avião ou de comboio, por exemplo, vai preferir um hotel no centro da cidade, o mais próximo possível dos locais que pretende visitar. Se ficar mais afastado, pode encontrar soluções mais económicas, mas vai perder mais tempo em deslocações e, igualmente, dinheiro em transportes. Já se decidir visitar Londres de carro deve procurar um hotel próximo do qual consiga encontrar estacionamento mais económico ou mesmo gratuito, uma vez que no centro é muito difícil estacionar e, onde é possível, é muito caro. Também há hotéis que incluem estacionamento por um custo diário, que é variável em função do hotel e da localização.

Hoje em dia é muito fácil obter todas estas informações nos sites de reserva de quartos de hotel, como o Booking.com.

Se não gosta de surpresas, pode escolher um hotel de uma cadeia mundial, como o Ibis. São mais ou menos iguais em todo o mundo, com um custo e um serviço bem razoáveis. Em 2009 fiquei num Ibis bem perto de muitas das atracções de Londres. Veja aqui.

Travel Light – leve só o necessário

Shaftesbury Avenue na zona da West End em Londres

Shaftesbury Avenue na zona da West End em Londres

Provavelmente já passou pela experiência de ir viajar por uns dias e, por medo de lhe faltar alguma coisa, levar quase literalmente a casa às costas, carregado de roupas que nem vai chegar a desdobrar e de coisas que nunca vai tirar do saco. Viajar com demasiada “tralha” pode ser um verdadeiro empecilho – desde o início da viagem (seja de avião, carro ou comboio) até à chegada.

Não é preciso pensar muito: prefere andar carregado de malas, de um lado para o outro, ou com uma mochila leve às costas? Vai ver que tem uma muito maior liberdade e conforto, sobretudo se usar mais de um hotel ao longo da sua estadia, ou se, por exemplo, decidir poupar numa última noite “de directa”.

Não esqueça que, ao viajar “light”, pode poupar bastante dinheiro, sobretudo se voar através de uma companhia low cost, que pode cobrar mais pelo transporte de uma mala de porão do que pelo bilhete de avião. Estas companhias permitem que leve uma mala ou mochila média consigo, na cabine – as medidas podem variar, mas são geralmente 55cm X 40cm X 20cm.

Faça mais por menos – Londres mais barato

A Elizabeth Tower com o famoso Big Ben e o Palácio de Westminster

A Elizabeth Tower com o famoso Big Ben e o Palácio de Westminster

Um dos factores que (quase) todos ponderamos quando vamos viajar é o custo. Siga as dicas que preparei para si para aproveitar ao máximo Londres, sem esvaziar completamente a carteira.


1- Alimentação


Uma das coisas que pode pesar muito no orçamento, sobretudo em cidades caras como Londres, é a alimentação. Já se sabe: se escolher os locais mais turísticos ou “chiques” vai pagar mais. No entanto, Londres tem muitos cafés e restaurantes baratos, de comida chinesa, indiana, pizarias e as tradicionais fish and ships, entre muitos outros. Se optar por refeições mais práticas, há muitas casas de sanduíches grab and go. Pode também comprar nos supermercados de rua ou mercados de frescos e fruta onde, especialmente se optar pelas refeições já prontas de marca branca, vai encontrar refeições bem económicas. Há ainda restaurantes que oferecem desconto a quem tiver bilhete para um espectáculo e cartões de desconto que pode comprar, como o Taste Card, que oferecem reduções até 50%.


2- Poupar em museus, espectáculos e transportes


Musical Priscilla Queen of the Desert no Palace Theatre London

Musical Priscilla Queen of the Desert no Palace Theatre London

Antes de mais, saiba que há muitos locais de interesse que oferecem entrada gratuita, como o famoso British Museum – mas há muitos mais! Pontualmente, também há espectáculos de entrada gratuita e descontos muito generosos para compras de última hora – quando as casas de espectáculos procuram preencher os lugares não-ocupados.

Para poupar nos transportes pode comprar o cartão Oyster Card, um cartão recarregável que fica mais barato do que comprar cada viagem individual. Fora das horas de ponta e ao fim-de-semana as viagens também são mais baratas. Não se esqueça de estudar bem o mapa e de organizar o seus dia em função dos locais que pretende visitar. Quanto menos dispersar mais vai poupar, até porque vai poder fazer muita coisa a pé.

Seguro de Viagem – sim ou não?

Cena de uma rua de Londres

Cena de uma rua de Londres

A resposta mais cabal é “sem dúvida”! No entanto, cada caso é um caso e pode mesmo já ter várias coberturas sem saber, não tendo necessidade de fazer um seguro.


1- Porquê fazer um seguro de viagem


Como o nome indica, um seguro é uma segurança. Quando viajamos estamos sempre à espera das melhores experiências, mas tudo pode acontecer.

Se adoecer, tiver um acidente, for roubado ou perder os seus documentos, um seguro de viagem pode ser a sua salvação e livrá-lo de gastar pequenas fortunas em caso de imprevisto.

Imagine que está perdido nos seus pensamentos ou com os olhos na sua máquina fotográfica e torce um pé num degrau. Se não tiver seguro e tiver de recorrer aos serviços de saúde, pode ver-se de repente num sarilho e ter de abrir os cordões à bolsa. Imagine que se distrai por uns segundos e alguém mal-intencionado lhe rouba o material fotográfico? Com seguro pode reaver parte ou mesmo a totalidade do valor.

Deve escolher um seguro adaptado às suas necessidades. Por exemplo, se não viajar com nada de valor consigo, um seguro que faça a cobertura de despesas de saúde e repatriamento poderá ser suficiente. Já se for um apaixonado da fotografia, se levar instrumentos musicais caros ou material desportivo deve procurar um seguro que faça a cobertura destas coisas em caso de roubo ou acidente.

Há muitas agências a oferecer um leque muito variado de soluções, pelo que de certeza que vai encontrar algo à sua medida. Uma das mais célebres entre viajantes é a World Nomads – fica a sugestão.


2- Verifique as suas apólices – pode não precisar de mais um seguro


Se já tiver seguro automóvel ou cartão de crédito, fique a saber que a apólice associada já cobre várias situações, como algumas despesas de saúde em caso de acidente e repatriamento, mesmo que não esteja a viajar de carro. Informe-se bem junto da sua seguradora e instituição bancária, uma vez que pode não precisar de fazer um novo seguro ou fazer um mais simples e mais barato.

Para além do seguro de viagem, deve pedir o Cartão Europeu de Seguro de Doença, que é um cartão gratuito, emitido pelo Instituto da Segurança Social e válido nos países membros da União Europeia e ainda na Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. Este cartão garante-lhe acesso aos serviços de saúde destes países, quando em viagem, nas mesmas condições dos seus habitantes.

Como se deslocar em Londres

Taxi em Londres

Taxi em Londres

Londres é muito grande e, apesar de a maior parte dos locais de interesse se encontrar no centro, numa espécie de anel interno da metrópole, vai acabar por fazer muitos quilómetros.

Tem várias opções: alugar automóvel, metro, táxi, autocarro e comboio.

Quer trabalhar em Londres?

Arranha-céus Shard London Bridge em Londres

Arranha-céus Shard London Bridge em Londres

Londres, como capital de uma das maiores e importantes nações da Europa, pode ser tanto uma cidade de oportunidades como de grandes dissabores. Siga os conselhos que lhe dou abaixo para que tudo corra pelo melhor!


1- Averigúe a credibilidade das ofertas!


É muito importante não se precipitar – certamente já ouviu histórias de pessoas que foram aliciadas com “mundos e fundos” e que, ao chegar, descobriram ter sido enganadas. Pesquise muito, procure o máximo de informação, quer na internet, quer junto das embaixadas e consulados do Reino Unido no Brasil e Portugal (ou do seu país) ou mesmo nas câmaras de comércio destes países.

Procure sempre saber o máximo possível sobre o seu empregador ou quem lhe oferece trabalho. Se obter respostas negativas sobre a sua credibilidade ou se não conseguir encontrar quaisquer informações, tenha muito cuidado. Lembre-se que nesta Era Digital é muito difícil não ter uma exposição na internet, por menor que seja e, se esta for inexistente, deve desconfiar e ponderar muito bem os riscos.

Muito importante: não pague nada a quem lhe prometa emprego, uma vez que as agências de trabalho sérias e legais só recebem uma percentagem depois de começar a trabalhar.


2- Considere os custos


Se for trabalhar para Londres o ideal é ter já habitação à sua espera: seja alojamento próprio, oferecido pelo empregador, ou em casa de amigos ou familiares. Lembre-se que o alojamento em Londres é muito caro e deve ter isto em conta se aceitar uma proposta de trabalho nesta cidade. A proximidade do alojamento ao local de trabalho também é importante, uma vez que os transportes são geralmente muito caros.


3- Procure ajuda no seu país de origem


Se está a pensar trabalhar em Londres mas ainda não tem nada concreto, pode começar por se inscrever em agências de emprego e, no caso de habitar em Portugal ou noutro país da UE, pode mesmo inscrever-se e obter mais informações. Em Portugal, dirija-se ao IEFP, que integra uma rede europeia de ofertas de trabalho.

Sabia que, se for cidadão de um país membro da UE e estiver desempregado, pode continuar a receber subsídio de desemprego por um período mínimo de três e que pode ir até seis meses?

Apesar de não ser absolutamente necessário, pelo menos nos trabalhos mais simples, saber falar inglês ajuda muito – e é essencial se procurar um trabalho em que tenha de lidar com clientes, como no atendimento em hotéis, cafés e restaurantes.

Kit de Viagem

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O autor do blog

VIVA! Sou o João Leitão. Viajante independente desde 1999, explorei mais de 130 países em África, Antártica, Ásia, Europa, América do Norte e Central, América do Sul e Oceânia. Bem-vindo ao meu blog de viagens, onde partilho dicas práticas de viagem para o motivar a sair de casa! Siga nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest e YouTube.

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