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🌍 Visitar Sudão – Roteiros e Dicas de Viagem

Actualizado em 28 Julho, 2017
Visitar Sudao – Roteiros e Dicas de Viagem

Visitar Sudão – Roteiros e Dicas de Viagem

Guia de Viagem

Viajar no Sudão – informação de viagem.

Tudo sobre visitar os melhores locais e destinos do Sudão. Ideias de roteiros e itinerários com informação de alojamento, transporte, muitas galerias de fotografias, restaurantes, vídeos e mapas.

Organize as suas férias no Sudão. Alguma pergunta ou opinião deixe um comentário no fim da página.

Nesta página você encontra:

  1. República do Sudão – Informação prática
  2. Turismo no Sudão – Apresentação
  3. História, Geografia e Cultura
  4. Clima e Quando ir
  5. Vídeo do Sudão
  6. Resumo de viagem ao Sudão
  7. Guia de Viagem: artigos para consultar
  8. Roteiros no Sudão – 4 dias, 7 dias, 13 dias
  9. Locais UNESCO no Sudão
  10. Kit de Viagem

Obrigado.

República do Sudão

Bandeira Sudao

Bandeira do Sudão

  • Capital: Cartum.
  • Línguas oficiais: Árabe e inglês.
  • Presidente: Omar al-Bashir.
  • População 2006: 44.632.406 habitantes.
  • Moeda: Dinar Sudanês.
  • Área Total: 1.886.668747 km².
  • Fuso horário: UTC +3.
  • Código telefónico internacional: +249.
  • Clima: Desértico no norte e tropical e subtropical no centro e sul.
  • Visto: Condições muito dinâmicas. Consultar Embaixada. Eu fiz o visto na embaixada do Sudão em Aswan no Egito. Entreguei o passaporte, uma foto e 50 dólares na 2ª Feira às 9:00 e deram-me o visto na 4ª Feira às 11:30.
  • Fronteiras: Chade, Egipto, Eritreia, Etiópia, Líbia, República Centro-Africana, Sudão do Sul.
  • Locais a não perder: Old Gongola, Kerma, Pirâmides de Meroé, Soleb, Jebel Barkal, Nuri, Naqa, Mussawwarat, Khartoum, Omdurman, Suakin, Dinder National Park, Sanganeb National Park, Port Sudan, Arkawit, Tawkar, Jebel Marra, Kassala, Wadi Halfa.
  • Quando visitei o Sudão: Maio 2017.
MAPA SUDAO

Mapa da localização geográfica do Sudão no Mundo

Turismo no Sudão, Roteiros de Viagem

VIAJAR SUDÃO

VIAJAR SUDÃO

O Sudão é um país fascinante para passar férias.

Fazia muito tempo que este país estava na minha lista de prioridades de viagem. Durante vários anos fui adiando e finalmente acabei por visitar em 2017. O Sudão superou todas as expectativas possíveis. Adorei a aventura e espero com ansiedade poder voltar mais uma vez. Sim, o Sudão é daqueles países que me deixaram o bichinho para visitar novamente num futuro próximo.

No top 5 dos países africanos mais seguros para viajantes, visitar o Sudão não nos deixa indiferentes. A minha viagem começou no Egito. Na cidade de Assuão, apanhei o barco e subi o Rio Nilo até chegar à cidade de Wadi Halfa, a minha porta de entrada no país. A viagem demorou cerca de 20 horas e foi um momento especial na minha vida. Subir o Nilo, tranquilamente, a apreciar e a contemplar as paisagens desérticas e o navegar durante várias horas. Muito bom mesmo.

12 coisas que gostei no Sudão

  • As pessoas super simpáticas e acolhedoras
  • A história ancestral do país
  • O facto de não haver turistas
  • Explorar os túmulos de El Kurru sozinho com uma lanterna na mão
  • Visitar o Jbel Barkal durante uma tempestade de areia
  • Subir o Rio Nilo desde o Egito até Wadi Halfa
  • O ritual sufi em Omdurman
  • O enorme mercado de rua em Omdurman
  • Ter andado à boleia/carona muitas vezes
  • As pessoas oferecerem-me comida e chá
  • As Pirâmides de Meroé
  • Old Dongola e como cheguei até lá

Apresentação da História, Geografia e Cultura:

VIAGEM SUDAO

VIAGEM SUDÃO

A história do Sudão assenta na milenar civilização núbia, que durante séculos lutou pela sobrevivência face ao poderoso vizinho, o Egipto. Esta civilização remonta ao século XX a.C. e deu origem a múltiplos reinos de dimensões e coesão variável até desaparecer em definitivo em 1504, com o último dos reinos núbios a ser dividido entre o Egipto e o sultanato de Sennar.
O século XIX é marcado pelas revoltas contra os britânicos que entretanto, na sequência da derrota de Napoleão, passaram a controlar esta parte do mundo. Esta tentativa foi gorada e a partir de 1898 o Sudão volta ao domínio inglês. Apenas depois da II Guerra Mundial, já em 1956, o Sudão obtém a sua independência.

A geografia do Sudão simplificou-se com a divisão que resultou de quase 50 anos de guerra civil e da independência do Sudão do Sul. Agora o deserto domina a paisagem do país, ocupando a maior parte do centro e a totalidade do norte do Sudão. Apenas nas áreas mais a sul ocorre alguma precipitação e o clima oscila entre o subtropical e o tropical. O Nilo é o elemento geográfico dominante no Sudão: o rio funciona como meio de transporte essencial e fornece água a um país onde praticamente não chove nas áreas mais habitadas e energia eléctrica.

A cultura do Sudão é influenciada pelo Islão, que trouxe uma língua e uma religião comum às populações do que é agora o Sudão. Mas esta uniformidade é um pouco ilusória: o Sudão é habitado por 570 tribos e a sua população fala 145 línguas diferentes. A cultura árabe é importante mas não exclusiva. Existem importantes traços da presença egípcia e do mundo núbio pré-Islâmico, ou seja, anterior ao século XIX. Mesmo a presença europeia deixou marcas, como a utilização generalizada da gaita-de-foles trazida pelos britânicas, e que hoje é muito popular na música tradicional sudanesa.

Clima e Quando ir:

Para saber quando ir o Sudão você precisa de se informar um pouco melhor acerca das suas estações e melhor clima. Para visitar o Sudão deverá estar preparado para enfrentar elevadas temperaturas que podem chegar aos 50 graus no pico do calor.

O clima do Sudão está sob a influência do Deserto do Saara. A época do ano relativamente mais fresca vai de Novembro a Março, mas mesmo nessa altura a média da temperatura máxima aproxima-se dos 30 graus. No norte praticamente não chove, mas no centro e sul a situação é diferente, com abundante precipitação entre Maio e Outubro. Note que nas áreas de deserto são frequentes as tempestades de areia, sopradas desde o Sahara, entre Abril e Setembro.

O que visitei / Resumo de viagem ao Sudão

Por ordem de visita.

Wadi Halfa, Sudão
Wadi HalfaWadi Halfa: Pequena cidade de fronteira, porta de entrada no Sudão desde tempos imemoriais. Contudo esta Wadi Halfa é uma localidade nova, fundada em 1971, quando a original cidade foi submergida devido à construção de uma grande barragem na região. Não existe muito para ver em Wadi Halfa, que surge como um ponto de paragem quase obrigatório para quem entra no Sudão vindo do Egipto. Devido às suas dimensões percorre-se bem a pé ou de burro, o meio de transporte de eleição dos habitantes. As casas de chá espalhadas pela cidade são um bom local para passar umas horas a observar pessoas. Aproveitei para subir à pequena colina de onde dá para ter uma vista panorâmica da cidade e do Rio Nilo.
Kerma, Sudão
KermaKerma: Este é um dos mais ricos lugares arqueológicos do Sudão e foi a capital do império Núbio. As pessoas distinguem-se pela sua hospitalidade, sendo frequente convidarem os estrangeiros para um chá aromatizado com especiarias em sua casa. A localidade é linda, com casas decoradas com padrões coloridos e flores. Encontramos aqui um excelente museu arqueológico, mantido pela missão arqueológica suíça que ali trabalha há mais de três décadas, liderada por Charles Bonett. Mas o melhor é o Deffufa Oeste, um dos maiores e mais antigos templos do mundo feitos de adobe. Em seu redor existe uma extensa área de ruínas que datam de há cinco mil anos, incluindo estátuas de divindades núbias e locais de enterro com destaque para um cemitério que contém cerca de trinta mil campas.
Dongola , Sudão
Dongola Dongola : Foi em tempos a capital de um próspero reino Núbio, localizado no que hoje é o norte do Sudão. É uma das maiores cidades ao longo do Nilo, com luxuriantes campos de palmeiras e oferecendo condições ao viajante acima da média na região. Muitos consideram-na o coração da Núbia e alberga a Universidade de Dongola. A sua história é conturbada, com o reino de Makuria, aqui sediado, a ser ocupado pelo Egipto em 1820, como de resto sucedeu com todo o Sudão. Foi também aqui que o general inglês Herbert Kitchener derrotou as tribos islâmicas rebeldes, em 1896. Surpreendentemente existiu aqui uma Diocese católica no século XIV, activa entre 1330 e 1350. Em redor da cidade existem alguns templos mas a sua condição é péssima. Já uma visita ao animado mercado é recomenda. Eu pessoalmente não achei muito interessante e depois de ter passado várias horas na cidade, resolvi pagar um táxi para me levar a 120km mais a sul, para tentar visitar Old Dongola na manhã seguinte.
Baja, Sudão
BajaBaja: Pequena aldeia sudanesa nas margens do Rio Nilo. Foi aqui que passei a noite para no dia seguinte atravessar o rio e visitar a famosa Old Dongola. Como não há nenhum tipo de alojamento, fui recebido por uma família que me ofereceu uma cama, jantar, e pequeno-almoço/café da manhã. A aldeia e o local de embarque dista cerca de 1.5 km.
Old Dongola, Sudão
Old DongolaOld Dongola: Dista cerca de 120 km da cidade de Dongola. Aqui se encontrava a capital do Reino de Dongola, um dos vários reinos menores que preencheu o vazio deixado pelo colapso do Reino de Kush, no século IV a.C. Aqui se encontravam igrejas. Sim, igrejas, dúzias delas! O Reino de Dongola era cristão, devido à acção de missionários bizantinos. No século XIV a dinastia dos Mamelucos tomou o poder no vizinho Egipto e destruiu Dongola. Hoje em dia é um lugar perdido no meio do deserto que poucas pessoas visitam. As ruínas da cidade são visíveis, com algumas igrejas, simples no exterior mas com bonitos frescos (provavelmente os melhores foram retirados e encontram-se em exibição no museu em Cartum) a adornar as áreas interiores. Distingue-se uma sal do trono construída entre os séculos IX e X. Não muito longe existe um cemitério islâmico de grandes dimensões onde se podem observar algumas estruturas piramidais que são túmulos de santos Sufis. Este foi um dos pontos altos da minha viagem.
Al Dabbah, Sudão
Al DabbahAl Dabbah: Pequena cidade a sul de Dongola. Apanhei boleia desde Old Dongola até esta povoação e fui na caixa de uma pick-up durante 30 m. Tive a sorte de ter passado a manhã a explorar o mercado de Al Dabbah. Pessoas muito simpáticas iam metendo conversa comigo e convidavam-me para chá e comida. Foi daqui que apanhei transporte para seguir viagem até Karima.
Karima, Sudão
KarimaKarima: Localiza-se junto à margem do rio Nilo e serve de base para explorar a antiga cidade de Napata e a pequena montanha Jebel Barkal, um conjunto que mereceu a classificação de Património Mundial pela UNESCO. Napata teve uma história atribulada, o que não é de espantar considerando a proximidade do poderoso Egipto. Mas no final foram os romanos, em 23 a.C., que dizimaram a cidade. O que hoje vemos são os vestígios dessa antiga metrópole. Bem próxima existe Jebel Barkal, uma montanha com topo plano, de cerca de 90 m de altura, que se pode escalar para apreciar a vista envolvente. E que vista! Mesmo ali aos nossos pés estarão pelo menos treze templos e três palácios. Isto sem contar com as fabulosas pirâmides. Não é preciso pagar para visitar a área, mas poderá ser pedido um bilhete para entrar no mais importante dos templos, o de Mut.
El Kurru, Sudão
El KurruEl Kurru: As pirâmides de El Kurru foram construídas entre os séculos VII e IV a.C. mas encontram-se hoje bastante deterioradas. Era um dos locais de enterro da família real núbia e encontraram-se também túmulos de… cavalos! Entretanto parece que os locais usaram muita da pedra destas construções milenares para construir as suas próprias habitações. O ponto de mais interesse no complexo é o túmulo do rei Tanwetamani, que inclui algumas pinturas em boas condições. A chave deve ser pedida aos habitantes da aldeia próxima. Aliás, esta aldeia acaba por ser bastante interessante e tudo isto pode ser alcançado a partir de Karima com uma espécie de mini-bus ou através de um táxi que aluguei para me levar aos vários locais à volta de Karima. Este é um dos locais que integra a classificação colectiva de Património Mundial da UNESCO. Adorei ter visitado El Kurru, e este local ficou marcado para sempre na minha memória pois foi-me dado uma lanterna, e mandado descer umas escadas para explorar o túmulo real sozinho. Senti-me um autêntico Indiana Jones.
Nuri, Sudão
NuriNuri: Também aqui se encontram pirâmides milenares. Algumas pirâmides estão destruídas mas no global, a paisagem é incrível. O local integrava-se no complexo urbano de Napata, a primeira capital do reino Kush. Este era um local de enterro da família real, encontrando-se no complexo oitenta túmulos. Vamos encontrar ali sessenta pirâmides, de dimensões e estado e de conservação variável, incluindo a mais alta do Sudão, a Taharka. Existe uma pequena aldeia nas imediações onde as pessoas certamente convidarão o forasteiro para um chá. Para aqui se chegar a partir de Karima deverá ser necessário encontrar um autocarro para o Merowe e daí um transporte local para Nuri. Pode ainda fazer como eu fiz, que aluguei um táxi para me levar aos vários locais à volta de Karima. Poderá ser-lhe pedido um bilhete por USD 10 mas se pagar em moeda local a coisa ficará bem mais barata.
Meroé, Sudão
MeroeMeroé: Outro cemitério real, constituído por cerca de cem pirâmides que se estendem pelo deserto. Este é o local mais visitado pelos poucos turistas que vêm até ao Sudão e um dos três locais Património Mundial da UNESCO no Sudão. Mesmo assim o mais provável será ter o espaço todo por sua conta. Meroe pode ser visitada a partir de Cartum ou então a partir de Atbara como eu fiz. As Pirâmides de Meroé é um dos locais mais lindos que alguma vez visitei.
Khartoum, Sudão
KhartoumKhartoum:
É a capital do Sudão e única cidade digna desse nome no país. É uma metrópole bastante segura, praticamente sem crime, com alguns atractivos. Passear na rua do Nilo é uma actividade “obrigatória”. Esta rua é ladeada por bonitos edifícios dos tempos coloniais, algo decadentes mas cheios de charme. Mas na mesma rua encontram-se igualmente os edifícios mais modernos da cidade, assim como o Museu Nacional, cuja visita vale a pena. O Souq Arabi é um espectáculo de cor e animação e foi num hotel deste bairro onde fiquei alojado. É enorme, estendo-se desde as imediações da mesquita Mesjid al-Kabir até à estação de mini-bus. Se conseguir uma forma de lá chegar, dar uma vista de olhos na confluência entre o Nilo Azul e o Nilo Branco pode ser interessante, mas leva a sério a tabuleta que diz que as fotos são proibidas. Já alguns turistas foram ali detidos por desafiarem essa indicação.
Omdurman, Sudão
OmdurmanOmdurman: É por assim dizer um subúrbio de Cartum, na margem ocidental do Nilo. Pode-se aqui visitar o fabuloso mercado, considerado um dos maiores de África, e um local ideal para comprar algum artesanato genuíno. Existe um museu de história local, instalado na Casa do Califa, localizado nas imediações do mercado e do túmulo de Mahdi (atenção que o museu só se encontra aberto da parte da manhã). Às Sextas-feiras, ao final da tarde poderá assistir gratuitamente à dança sufi. O local é um pouco mais afastado, a cerca de 2 km, mas pode pedir a um taxista para o levar lá: Ghobba al-Hamed al-Nil. Adorei a experiência de ter assistido a este ritual.

Roteiros no Sudão

Algumas ideias de roteiros para você preparar as suas férias no Sudão de maneira independente. Itinerários de turismo no Sudão.

4 Dias: de Khartoum até Karima
Dia 1: Khartoum – Meroé – Atbara – Karima
Dia 2: Karima – El Kurru – Nuri – Karima
Dia 3: Karima – Khartoum
Dia 4: Khartoum – Omdurman
7 Dias: de Khartoum até Karima
Dia 1: Khartoum
Dia 2: Khartoum – Meroé – Atbara
Dia 3: Atbara – Karima
Dia 4: Karima – El Kurru – Nuri – Karima
Dia 5: Karima – Khartoum
Dia 6: Khartoum – Omdurman
Dia 7: Khartoum
13 Dias: Aswan no Egito até Khartoum no Sudão
Dia 1: Chegada a Wadi Halfa vindo do Egipto por barco
Dia 2: Wadi Halfa – Kerma – Tombus
Dia 3: Tombus
Dia 4: Tombus – Kerma – Dongola
Dia 5: Dongola – aldeia Baja – Old Dongola – aldeia Ghaddar
Dia 6: Ghaddar – Al Dabbah – Karima
Dia 7: Karima
Dia 8: Karima – El Kurru – Nuri
Dia 9: Karima – Atbara
Dia 10: Atbara – Meroé
Dia 11: Meroé – Khartoum
Dia 12: Khartoum – Omdurman
Dia 13: Khartoum
Locais UNESCO no Sudão
Estes são alguns dos melhores destinos para visitar no Sudão. Os locais UNESCO Património Mundial no Sudão são locais protegidos pela sua importância cultural ou natural.

Locais inscritos na Lista do Património Mundial no Sudão:

  • Gebel Barkal e os lugares da região de Napatan
  • Lugares Arqueológicos da Ilha de Meroé
  • Parque Nacional Marítimo de Sanganeb e Baía de Dungonab
  • Parque Nacional Marítimo da Ilha de Mukkawar

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João Leitão - O autor do blog:

VIVA! Sou o João - blogger de viagens. Com 20 anos de experiência como viajante independente, explorei mais de 128 países em África, Antártica, Ásia, Europa, América do Norte e Central, América do Sul e Oceânia. Bem-vindos ao meu blog de viagens, onde partilho informação prática de viagem para o motivar a sair de casa! Siga nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest e YouTube.

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